A esta hora, há precisamente um ano, estava a preparar-me para
comer uma feijoada de cozido à portuguesa, uma receita da melhor
nouvelle cuisine! É verdade que não sabia que os orégãos não entravam,
mas ninguém me disse para não o fazer…
Estava sol, calor, o sono pesava e foi um dia memorável!
Há 2 anos
23 comentários:
Uma feijoada de cozido à portuguesa?
Olha que prato tão original...
E memorável, sem dúvida.
:)
(Ah, e parabéns!)
não se chama feijoada de cozido à portuguesa? ainda percebo menos de culinária do que de aracnídeos...
parabéns para ti também!
:)
(Oh p'ra mim a apanhar bonés! Mas não sei quantos meses depois, finalmente descobri o post do Hextril!!! Valha-nos isso!)
não estavas mas fizeste falta, peixa!
(Hum... )
(muita faltinha...)
E há um ano, por esta hora, devia estar aqui, onde estou hoje, a digerir a feijoada de cozido à portuguesa e a fazer o mesmo que estou a fazer agora.
No entretanto já tinha, finalmente, posto as mãos em cima do Tubarão - e o resto do corpo todo, que ainda me lembro do salto que dei para cima dele!... - mirado a gaija de cima a baixo (rápido, muito rápido) depois de ter negociado horas a fio com o gaijito a vinda deles, rido perdidamente com ela a descrever o senhor que na estação de serviço lhe deixou o número de telefone no vidro do carro e o outro que lhe entregou um cartão para me dar (como se eu não tivesse sempre, e actualizados, os contactos dos meus ex. Just in case...) papado os quindins quase todos da Ana e voltado a medir a área da barriga do José.
O Santo? O Santo não me consigo lembrar por onde andava. A Gabs acho que estava em casa dela - nestas coisas que acontecem sem se saber como fica sempre alguém por vir.
E hoje, muitas águas passadas e lágrimas corridas e gargalhadas atiradas para o ar, penso que, mais uma vez, esta casa ficou com muitos segredos para guardar de gente que por aqui se conheceu.
Os segredos vão dentro de ti, não ficam na casa (porque é que ultimamente só me lembro do BB) e onde quer que vás vão existir esses e surgir outros e vão haver lágrimas e gargalhadas e hás-de estar muitas vezes sentada em cima da mesa, às 4 da manhã, a bater a pestana (qual Betty Boop nos seus melhores dias) e a dizer "se fosses mesmo mesmo minha amiga..."
Uma casa é uma coisa. As pessoas vão sempre contigo independentemente da casa.
Mas finalmente percebi. Há um ano vocês andavam a suspirar e a desejar que vos aparecesse alguém verdadeiramente excepcional. Deus foi bom para vocês! Oh pra mim aqui!!!!
(Fora de brincadeiras. Parabéns pela data memorável. Sim, já percebi! Custa mas eu chego lá!)
(tava a ver que nunca mais percebias que conseguir fazer uma feijoada de cozido à portuguesa é uma efeméride em condições, pá)
(hummm???)
(Eu diria mesmo que é algo do camandro!)
uma casa com segredos? não lhe contei nenhuns! não inventes, chefa!
(eles não sabiam, peixa, que eu não sei cozinhar...)
(hum porque eu cá tinha percebido mas não sabia se era pra dizer e sou uma mecinha muito discreta)
(se me tivesses perguntado eu tinha-te explicado, Mente Maria)
(mas olha que ninguém passou fominha)
(Pssst, Chefa, essa do salto para cima dele... O que é que as pessoas vão pensar?)
(ja tou comà gaija, pormenores não, por favor!)
(até porque cheguei agora de um certo tasco onde os havia às paletes...)
(onde os havia às paletes o quê?)
(os pormenores, Tubas, e tu tb lá andaste, que eu vi-te ;-))
(Ganda post chez Peixa, lá isso...)
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