Memórias

"A nossa liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros"

Eu tinha uns 12 anos nesta altura, mas acho que é das frases que mais me recordo do pós-25 de Abril. Passava vezes sem conta na televisão, era-nos ensinada na escola, ficou-nos marcada, e bem, no subconsciente.

Acabei de ouvir um graffiter dizer que a rua é de todos e deviam poder fazer o que quisessem. 
Pode ser que estejamos ainda a tempo de recuperar alguns ensinamentos perdidos e de os passarmos, rapidamente, às novas gerações.

9 comentários:

escarlate.due disse...

ouvi exactamente o mesmo e disse aqui em casa exactamente essa frase!
(eh pah eu hoje estou votada a só ouvir barbaridades irraaaa)

tereza, com o z da lei disse...

Ora aí está - também temos algumas memórias em comum...

O Pinoka disse...

As novas gerações não vieram a tempo de ouvir muitas frases importantes, assim como alguns pais que as ouviram se esqueceram rapidamente delas.
A falta de civismo existe em toda a parte e em todas as gerações.
Provavelmente já não se irá a tempo.
Beijocas

Anônimo disse...

é aquilo de andarmos a brincar às cavalitas! Portanto chego aqui e já cá estou :)

O Santo disse...

eu gostava de saber quem teve o raio da ideia de que nao se pode disser aos meninos que nao podem fazer qq coisa pq os inibe e traumatiza. Axo q deveria era traumatizar alguma coisa a esse(a) senhor(a)

tereza disse...

Santo, desde que andas pelo estrangeiro que tens uma maneira de falar muito ciciada... "disser"? "disser"?????

Mas pronto, eu também acho que o que falta muitas vezes são alguns traumatismos dados na altura certa...

tereza disse...

Pinoka, acho que vamos sempre a tempo. Quanto mais não seja vamos a tempo de tentar fazer alguma coisa.

tereza disse...

Anónimo (bolas, agora já não sei se és o Z...), ainda bem que já por aqui estás.

Gabs disse...

Acho que quem veio com essa teoria foi o Dr. Spock. Lembro-me de lá em casa termos de pôr todos os objectos quebráveis fora do alcance do meu sobrinho pois os pais achavam que os "não" o traumatizavam.