São já 17 as mulheres mortas vítimas de violência doméstica.

Entre marido e mulher não metas a colher. A colher, uma daquelas colheres de pau enormes que se vendem em qualquer feira, devia servir era para os empalar, que parece que estas bestas só percebem mesmo a sua própria linguagem.
Nestas coisas sou muito pouco politicamente correcta. Quem quiser que leve a mal.

3 comentários:

Emiele disse...

São umas bestas, sim.
E em muitos casos são ciúmes do tipo, «se ela não me quer, dou cabo dela!» E dá! E até agora a sociedade mantinha esse pensamento de que «são coisas entre eles...». Está a começar a mudar mais ainda muito devagarinho.

teresa disse...

Sabes que é mesmo assim... há muito pouco tempo bateram-me à porta às quatro da manhã - era a empregada de um café onde eu costumo ir e a irmã. Não conhecia a irmã, mas era uma miúda como ela. casada. uma filha. O maridotratava-a como lixo e ela correu com ele de casa. Entretanto arranjou um namorado. Nesse dia o marido entrou em casa, com as chaves que ainda tinha, e encontrou-a com o namorado. Deu uma enorme tareia aos dois. Até aqui, qua já vi pior, não me espanto. Espanto mesmo foi ela ter-me dito que o marido foi apresentar queixa na GNR por adultério e eles aceitaram. E quando ela quiis apresentar queixa poe agressões recomendaram que estivesse quietinha....
Também posso lembra-me do neurocirurgião e da mulher, alto quadro num mMinistério. Não tinham portas em casa porque ele as tinha partido todas.... Ela parecia uma senhora dos anos 40, recatada e bordadeira, mas ele achava que os filhos não eram dele. Um dia, no meu gabinete, com eles dois e a tratar do divórcio que ela tinha pedido, ele puxou da pasta tirou uma pistola e disse - mato-a a ela, a si e a seguir a mim... Eu pedi-lhe para trocar a ordem e começar por ele.... Divorciei-os, e espero que estejam vivos, mas não sei...
Bestas? Conheço muitas e algumas de porta a dentro.

Emiele disse...

Imagino que pela tua formação saibas de casos espantosos.
Eu também conheço alguns e que desmentem a ideia-feita de que as brutalidades têm a ver com a classe social. O tanas!!! Em casas bem elegantes e com gente que teoricamente deveria ter aprendido a controlar-se, há histórias de pasmar.
Mas por mim custa-me a entender como é que se suporta. A primeira vez, pode ser de surpresa, mas à segunda....(estou a falar do meu ponto de vista, alguém que se sustenta a si mesma)