PAROU! PAROU TUDO!

“…a dar-te beijos no umbigo"

Oh minha pequenita, se é para contar (e agora que me passaste a cama para a mão, aguenta-te), vamos a contar a histórinha tal qual ela se passou. Não me venhas agora com falsos pruridos. Quais beijos no umbigo?

A menina (que na altura era o menino) botou mesmo a língua ao serviço (ainda que virtual) desta nobre missão e atacou o umbigo da Maluca sem dó nem piedade.

Como é que eu sei? Porque depois fui eu que a aturei. Por isso, sim, eu sei bem.

E para aquelas que têm memória menos lesta que a minha, aqui fica a citação da frase que nem o Alzheimer me tirará da alembradura (já vos disse que tenho uma imaginação muito gráfica, não já? E os próprios dos macacos que me mordam se assim que ela se saiu com esta, eu não pensei logo na anedota do macaco e da girafa).

“Sussurro-te ao ouvido enquanto te lambo o umbigo.”

E digam-me se fui eu que enlouqueci de vez ou se isto não parece quase poesia em movimento?

4 comentários:

tereza disse...

ahahahahahahahahahahaahahah........ e estou outra vez a chorar a rir..... tu achas que eu ia lembrar-me de algo tão traumatizante assim??

(bolas, tenho lágrimas a escorrer pela cara de tanto rir...)

tereza disse...

mas, para dissipar quaisquer dúvidas, não foi por esta cena que nos vimos obrigadas a despejar a tal garrafita de vodka.... até aqui tudo bem...

tereza disse...

(mas tenho para mim que tu te lembras porque foste pôr um olho nesses emails... eu ainda não fui capaz de os ler todos, sabes que tentei, tu sabes...)

Mente Quase Perigosa disse...

Lembro-me porque nem com a garrafa de vodka (e a Chefa tem razão: a garrafa não foi por causa do sexo. Que com sexo podemos nós bem) me consegui esquecer de certas e determinadas frases que ouvi nos últimos tempos.

E tu és minha testemunha em como tentei!