“…a dar-te beijos no umbigo"
Oh minha pequenita, se é para contar (e agora que me passaste a cama para a mão, aguenta-te), vamos a contar a histórinha tal qual ela se passou. Não me venhas agora com falsos pruridos. Quais beijos no umbigo?
A menina (que na altura era o menino) botou mesmo a língua ao serviço (ainda que virtual) desta nobre missão e atacou o umbigo da Maluca sem dó nem piedade.
Como é que eu sei? Porque depois fui eu que a aturei. Por isso, sim, eu sei bem.
E para aquelas que têm memória menos lesta que a minha, aqui fica a citação da frase que nem o Alzheimer me tirará da alembradura (já vos disse que tenho uma imaginação muito gráfica, não já? E os próprios dos macacos que me mordam se assim que ela se saiu com esta, eu não pensei logo na anedota do macaco e da girafa).
“Sussurro-te ao ouvido enquanto te lambo o umbigo.”
E digam-me se fui eu que enlouqueci de vez ou se isto não parece quase poesia em movimento?