São escolhas que fazemos. As decisões que tomamos, sempre em função dos interesses que preferimos acautelar, influenciam o rumo do que no futuro teremos para decidir.
E às vezes fazemos escolhas erradas, muitas vezes influenciadas por algo em nós que tentamos disfarçar a custo com um sorriso simpático ou com gestos que possam iludir os outros quando nos topam os lados menos bons. Nem sempre com sucesso, pois as evidências acabam por saltar à vista quando não conseguimos reprimir o impulso primordial, aquele que nos trai.
São opções que abraçamos. Escolhas que fazemos em função de circunstâncias e da simples satisfação de interesses pessoais. Apelos individuais que constituem um direito elementar e nos permitem seleccionar os actos e as palavras de acordo com a consciência que tivermos ou o valor que atribuímos aos dois lados da balança de que nos compete ser o fiel.
Barramos a imagem com o doce do mel, mas depois escapa-nos a tendência inata, o descuido que destapa a careca que alguns se esforçam por esconder.
Implantes que não conseguem evitar a dura realidade que sustenta qualquer verdade que camuflemos por detrás de uma fachada qualquer.
À mostra, quando aquilo que se quer não corresponde ao que se pretendia revelar.
E depois caímos do pedestal...