Todos nós queremos mãos frágeis e finas a puxarem-nos para si. Não aquele toque suave e carinhoso, mas os dedos ansiosos que nos pedem "entra em mim".
Queremos uma mulher que se deixe de merdas e se entregue à confiança no nosso desempenho com o fervor de uma fé, capaz de não esconder que está a gostar e ainda mais capaz de fomentar algumas etapas por sua iniciativa.
Queremos uma mulher que goste imenso do que lhes estamos e fazer e retribua, generosa, com a satisfação estampada no rosto de quem nunca faz frete algum.
Há dias, todos, em que exigimos à vida uma mulher assim.
E eu tenho a sorte de possuí-la.