Estou sentada num dos topos da mesa da sala. Exactamente na minha frente tenho uma das portas para o jardim. Ainda há muita luz lá fora e vejo do outro lado dos vidros a rede a baloiçar sem ninguém, o hibisco das flores côr de rosa e parte de uma palmeira com os cactos à volta do tronco.
As crianças estão no quarto e o arroz branco está a acabar de fazer, na cozinha atrás de mim. A carne estufada com courgettes e cenoura está mais que pronta. Falta pôr a mesa e podemos jantar. Mais uns minutos e começam as ordens e as contra ordens, quebrando-se a calma que agora tenho à volta.
Acabou a música e não me quero levantar e ir mudar o cd, na aparelhagem mesmo aqui ao lado. Se o fizesse era para ouvir o Marinheiro Português, da Betânia.
Olhei para o ecrãn do computador e vi a imensa passagem que ele é - vou ao mundo e trago o mundo até mim.
Assim, apeteceu-me pintar nele o mundo que tenho aqui.
As crianças estão no quarto e o arroz branco está a acabar de fazer, na cozinha atrás de mim. A carne estufada com courgettes e cenoura está mais que pronta. Falta pôr a mesa e podemos jantar. Mais uns minutos e começam as ordens e as contra ordens, quebrando-se a calma que agora tenho à volta.
Acabou a música e não me quero levantar e ir mudar o cd, na aparelhagem mesmo aqui ao lado. Se o fizesse era para ouvir o Marinheiro Português, da Betânia.
Olhei para o ecrãn do computador e vi a imensa passagem que ele é - vou ao mundo e trago o mundo até mim.
Assim, apeteceu-me pintar nele o mundo que tenho aqui.