Nem é a mim que compete proceder à análise da “enquete” ali da barra lateral, mas ninguém se chega à frente e aquilo incomoda-me na verdade que escarrapacha nas paredes deste blogue.
É que não sei se repararam mas há várias leituras possíveis e nenhuma é susceptível de tranquilizar o tubarão quanto à saúde na vida da malta que nos acompanha aqui.
Vamos por partes.
A parte mais complicada: mesmo com uma vantagem mínima, o resultado final do inquérito diz-nos que há mais pessoas disponíveis para abdicar de quinze dias de sexo do que privar-se de net ao longo do mesmo período.
Malta, pá, eu sei que o Cabra é indispensável para a vossa felicidade, isto é mesmo um consolo para a alma e mais não sei o quê. Mas quinze dias sem sexo? Quinze! E por opção voluntária? Por escolha de mal menor?
A minha leitura é contraditória. Se, por um lado, fico optimista por constatar que ainda há mercado para o meu magnífico desempenho sexual (que alteraria de forma significativa o sentido de voto num dos grupos em causa), por outro lado fico desalentado por saber que ou os meus homólogos não andam a cumprir o seu papel ou as moças que nos lêem perderam o norte ao melhor que a vida tem.
E inclino-me para a primeira hipótese. Porquê? Porque no lado masculino da questão a vitória do sexo foi tangencial e isso constitui para mim uma surpresa.
Estão a flipar ou quê? Sexo, malta! Lembram-se do que é?
Assim sendo, e dada a gravidade dos factos que esta pequena sondagem revela, julgo que se torna urgente reavivar no pessoal a memória do que é o sexo a sério. Não a queca para cumprir calendário, embora mesmo essa bata aos pontos nem que seja um post extraordinário do tubarão, mas a sessão de sexo como deve ser. E esta não deixa margem de manobra para hesitações na escolha, quinze horas passadas já a pessoa chora por mais.
Quinze dias? É uma eternidade sem sentirmos a sensação maravilhosa de felicidade e realização pessoal subsequente a um momento intenso de sexo!
Das duas uma: ou nunca desbundaram a experiência que afloro no parágrafo anterior ou já passou tanto tempo desde a última vez que mais vale doarem o corpo à medicina pois vai estar como novo quando deixar de fazer falta…
E agora fico numa aflição, pois sou um gaijo muito prestável e assim de repente não me ocorrem muitas ideias para contribuir para resolver o que entendo como um problema.
Alguém pode ajudar-me com sugestões ou assim?
Há 2 meses