Sim, pode parecer quase uma vigarice, mas não é. É só aproveitar os buracos do sistema e comer quem nos costuma comer a nós. Devia publicar estas coisas? Talvez não, mas pensei nas horas gastas ao telefone para informação nenhuma, no podemos queremos e mandamos, nas letras pequeninas dos contratos, na minha última guerra por causa dos sms de valor acrescentado que a minha filha ia recebendo, mesmo sem dinheiro no telefone, e a TMN cobrava a crédito, num cartão pré-pago, sem ter perguntado antes se queriamos um empréstimo tão generoso, nos 3.5 G da net que são 2 G quase sempre, e nas raivas e guerras que já tive com quase todas as operadoras, e esfreguei as mãos de contente - chegou a minha vez de chatear.
Pensado, ponderado e com o tal mau feitio a funcionar, aí vai a minha pequena vingança de David.
Estamos em tempo de férias e muita gente deve andar para aí a pensar como levar a net atrás. Sim, é claro que podem comprar uma placa de rede, mas fazer um contrato de fidelização por um ano? Só precisam para os quinze dias do costume, não é?
Ok, aí vai e não digam que vão daqui.
As operadoras só exigem que se faça um contrato dez ou quinze dias depois de comprado o equipamento. Até lá oferecem, pelo menos, 2 GB de tráfego grátis. É só comprar a placa, instalar o programa no portátil, ligar e começar a navegar. Sem mais.
Ai é assim? Mas as placas custam quase 50 euros e fica um bocadinho pesado só para fazer o gosto ao dedo e depois deitar fora.
É aqui que me armo em David e os Golias que se arranjem. Qualquer produto, mesmo estas plaquinhas de rede com tráfego livre incluido, têm um período experimental de 10 dias. E o tal tráfego, mesmo que gasto, não é nunca cobrado. Nem pode ser, que não há contrato.
Vamos então só imaginar, claro!, como resolver o tal problema bicudo de ter net nas férias - compram uma placa numa loja tipo Worten, que representa todas as operadoras, e guardam o talãozinho mágico. Nove dias depois, e esgotado o tráfego gratuito, vão à loja onde foi comprada, ou qualquer outra da mesma cadeia, e devolvem. Não é necessário nem obrigatório dar qualquer tipo de satisfação. Só levar o material todo, saquinhos de plástico incluídos, dentro da caixinha original. Os tais 2 G de tráfego grátis foram-se, mas esses garanto que já os pagámos todos de muitas outras maneiras e que os senhores não ficam mais pobres.
As férias ainda continuam? Muito bem, entregam uma placa e trazem a de outra operadora - são várias, dá para muitas férias...
Chegam a casa, uma ou quatro placas depois, e adeus net portátil não preciso mais de ti? Plaquinha na caixa, bem arrumada e loja com ela. O dinheiro que pagaram, se não tiverem passado dez dias desde a última troca baldroca, é devolvido. Se tudo fôr feito dentro dos prazos - dez dias para cada uma - o investimento inicial é devolvido na integra.
E agora, boas férias e boa net. Eu sinto-me vingada de todas as reclamações que fiz e que ninguém ouviu, dos berros que dei ao telefone, do que paguei e não devia e de me ter sentido tantas vezes impotente na frente destes gigantes. Agora mordo-lhes eu as canelas. E que me digam que não é correcto. Pois pode não ser, mas é absolutamente legal. Eu só constato factos. Cada um que faça o que quiser...
Pensado, ponderado e com o tal mau feitio a funcionar, aí vai a minha pequena vingança de David.
Estamos em tempo de férias e muita gente deve andar para aí a pensar como levar a net atrás. Sim, é claro que podem comprar uma placa de rede, mas fazer um contrato de fidelização por um ano? Só precisam para os quinze dias do costume, não é?
Ok, aí vai e não digam que vão daqui.
As operadoras só exigem que se faça um contrato dez ou quinze dias depois de comprado o equipamento. Até lá oferecem, pelo menos, 2 GB de tráfego grátis. É só comprar a placa, instalar o programa no portátil, ligar e começar a navegar. Sem mais.
Ai é assim? Mas as placas custam quase 50 euros e fica um bocadinho pesado só para fazer o gosto ao dedo e depois deitar fora.
É aqui que me armo em David e os Golias que se arranjem. Qualquer produto, mesmo estas plaquinhas de rede com tráfego livre incluido, têm um período experimental de 10 dias. E o tal tráfego, mesmo que gasto, não é nunca cobrado. Nem pode ser, que não há contrato.
Vamos então só imaginar, claro!, como resolver o tal problema bicudo de ter net nas férias - compram uma placa numa loja tipo Worten, que representa todas as operadoras, e guardam o talãozinho mágico. Nove dias depois, e esgotado o tráfego gratuito, vão à loja onde foi comprada, ou qualquer outra da mesma cadeia, e devolvem. Não é necessário nem obrigatório dar qualquer tipo de satisfação. Só levar o material todo, saquinhos de plástico incluídos, dentro da caixinha original. Os tais 2 G de tráfego grátis foram-se, mas esses garanto que já os pagámos todos de muitas outras maneiras e que os senhores não ficam mais pobres.
As férias ainda continuam? Muito bem, entregam uma placa e trazem a de outra operadora - são várias, dá para muitas férias...
Chegam a casa, uma ou quatro placas depois, e adeus net portátil não preciso mais de ti? Plaquinha na caixa, bem arrumada e loja com ela. O dinheiro que pagaram, se não tiverem passado dez dias desde a última troca baldroca, é devolvido. Se tudo fôr feito dentro dos prazos - dez dias para cada uma - o investimento inicial é devolvido na integra.
E agora, boas férias e boa net. Eu sinto-me vingada de todas as reclamações que fiz e que ninguém ouviu, dos berros que dei ao telefone, do que paguei e não devia e de me ter sentido tantas vezes impotente na frente destes gigantes. Agora mordo-lhes eu as canelas. E que me digam que não é correcto. Pois pode não ser, mas é absolutamente legal. Eu só constato factos. Cada um que faça o que quiser...