1,69

Uma maravilha.

9,58


Espectacular



Fomos ali mas voltamos já

Como todas as regras têm uma excepção, a que diz que só chega a chefe quem não tem jeito para mais nada é absurda neste curral. A nossa é capaz de postas que nos prendem a atenção da primeira à última palavra! Acontece que a chefa teve que se ausentar do recesso do lar e está em choque até agora, pois avistou uma manada de turistas em calções de tactel, singlete e chinelos de plástico… ninguém resiste a tanto!

Aos restantes habitantes do curral, foi dada tolerância de ponto e andam por aí a saltitar de penhasco em penhasco. Provavelmente darão à costa (ou antes, ao Cabra!) quando menos se espera.

Medina Carreira

A quem não viu:


"Obrigatório ver a entrevista na SIC Notícias."

(para ver aqui)

Verão no Algarve.

Nem de estrelas temos chuva.

É que nem uma se mexe e já estou farta de estar lá fora a olhar para o céu.
(e se bebesse uns copos?)

Mas só eu é que não estou de férias?

Que é feito da rapaziada que colabora neste blogue???

Confirma-se, Chefa!

Sócrates diz que a Direita é igual à Esquerda (radical).

A esquerda também anda parecida com a direita

Foto: Shark

A direita anda muito mais parecida comigo que a esquerda

Grandes gaijos!

31 da Armada, claro.

Porque é que isto me fez pensar em sexo?

Eu sei que quando uma pessoa enfia a viatura pela retaguarda de outra chama-se a isso uma traseirada.

Mas quando a da frente faz marcha atrás e se vem enfaixar de traseira no focinho do nosso automóvel que nome se dará a isso?

ABOUT A BOY

Se a Chefa lá tivesse estado, este seria o post da vida dela. Eu sou mais modesta. Toda a gente sabe que sou distraída. Toda a gente sabe que a maioria das coisas me passa ao lado.

Se a Chefa lá tivesse estado, ela descreveria com precisão o pólo azul escuro, as calças de ganga, os óculos e o cabelo do senhor com uma precisão inquestionável. Ela vos diria que ele é exactamente como o vemos nos filmes. Tem o mesmo sorriso franco e imprevisível. Tem o mesmo ar de menino tímido com que surge na tela.

Se a Chefa lá tivesse estado, contaria como ele falou com toda a gente e questionaria a ausência de mulheres no seu grupo. Contar-vos-ia como ele esteve sossegadinho a um canto com os amigos em amena cavaqueira.

Se a Chefa lá tivesse estado, era mulher para vos dizer como ele se movimenta como uma pantera: com passos elásticos e longos, sem olhar à volta. Ela certamente notaria que ele parece pouco à vontade quando as atenções se focam nele e raramente sorri para as câmaras.

Se a Chefa lá tivesse estado, analisaria até à exaustão a falta de bateria que acometeu o senhor à meia-noite e tiraria a devidas ilações.

Se a Chefa lá tivesse estado, faria a breve biografia do senhor como intróito ao post, dizendo que ele tem 48 anos mas que não parece nada e 1,80m e que para inglês meio brasonado nem parece muito stiff [(but its got potencial...) Quem me manda a mim lembrar das deixas dos filmes?] nem nada.

Se a Chefa lá tivesse estado, haveria muitas referências à Divine que também é Brown e às cenas de agressão a fotógrafos (quer-se dizer, esta parte, talvez seja mais 'se o Bruce lá tivesse estado' e vai daí talvez não).

Se a Chefa lá tivesse estado, este post seria bem interessante. Mas o raisparta da mulher lembrou-se naquela bela tarde de Maio que limpar piscinas é fixe, portanto a única coisa que se me apraz dizer sobre o assunto é: fosga-se que o man tinha um guarda-costas lindo de morrer de morte matada morrida e assassinada!!!

Cabra! Cabra, cabra, cabra, cabra…

A gaija está numa festa com ele!

E eu, aqui, de perninha partida, a ouvir as descrições por telefone e a pensar que não fora isso podia lá estar… Logo eu, que sou tal qual a  Julia Roberts, mas para mehor, claro.

E o man, Fosga-se!, está de jeans e pólo azul e óculos e com ar intelectual. Até lhe podia emprestar aqueles livrinhos do Train Your Brain que me ofereceram e fazia um brilharete.  Mas não, estou aqui, em casa, roídinha de inveja, com a ténue esperança que ela o traga cá, que acabei de fazer uma sopita de feijão com carne e o tipo pode precisar de alimento.

Gaijas, já pensaram? O Hught Grant?!… Era o, digamos que, post da minha vida…

Até sempre, Solnado

Para mim, o Solnado será sempre sinómimo destes gags impagáveis. Prefiro recordá-lo assim, tal como o conheci nos 45 rotações que (felizmente) o meu pai conservou...

No Verão

Naquele tempo (porque ainda não sou tão antiga que já possa dizer “no meu tempo”), íamos para a praia de manhã. Antes de sairmos, a mãe preparava um pequeno cesto para os apetites fora de horas.
Chegávamos e a primeira brincadeira começava. Havia que marcar os nossos (ainda pequenos) pés na areia cuidadosamente limpa e alisada pelo banheiro no interior da barraca. Lembro-me que as minhas preferidas eram as que combinavam as riscas brancas com turquesa e vermelho. Ajudávamos (acho…) a desfazer o saco e começávamos à procura dos grandes amigos que por vezes tínhamos conhecido na véspera. Jogávamos às escondidinhas, às caçadinhas, ao prego. Não tenho memória de simples castelos de areia, mas de grandes fortes com resistentes muralhas. Por vezes, ao fim da tarde, juntávamo-nos em grandes rodas e, sentados na areia, cantávamos. Eram a melhor forma de terminar o dia. De vez em quando íamos à geladaria da praia, à Esquimó. Os gelados grandes custavam cinco escudos e os pequenos vinte e cinco tostões. Nem todos os dias comprávamos os mais caros!
Entretanto, aproximava-se a hora do pai chegar. Ficava um bocadinho na praia connosco onde se apressava a esquecer o dia de trabalho. Depois arrumávamos os brinquedos no enorme saco que o banheiro recolheria no armazém do concessionário. Regressávamos a casa cansados e felizes. Os quatro.

60 SEGUNDOS

Ela sabia ao que ia. Ela sabia exactamente o que iria fazer mesmo antes de decidir sair de casa. Estava plenamente consciente quando escolheu os sapatos de salto agulha de 10 centímetros e vestiu a gabardine curta sobre o corpo nu e perfumado. Sabia exactamente o que iria fazer quando se olhou ao espelho e sentiu o ventre a contrair em antecipação do que se seguiria.

Ela sabia ao que ia. Sabia exactamente o que iria fazer quando entrou na garagem e o viu debruçado sobre o capot do seu carro. Olhou para o corpo que já conhecia de tanto o olhar. Viu a forma como as jeans se moldavam às suas nádegas; viu o seu tronco desnudo, ligeiramente suado do esforço; viu-lhe as linhas de concentração no rosto enquanto ele manejava uma qualquer ferramenta.

O som dos saltos a bater no chão da garagem fizeram-no levantar os olhos. As palavras que ele lhe ia dirigir, morreram na garganta quando lhe viu as pernas nuas a sair da exígua gabardine, os sapatos com a tira em volta do tornozelo, o decote generoso que fazia adivinha a inexistência de mais pano.

Levantou-se e limpou vagarosamente a mãos sujas de óleo a um pedaço de trapo. Ela caminhou devagar até ao carro e encostou-se à porta sem tirar os olhos dele. Puxou-o pelo cinto das calças e beijou-lhe os lábios como se tivesse todo o tempo do mundo. Quando as bocas se separaram, ele, de respiração ofegante, tentou dizer-lhe “Não estava à tua esp…” Para novamente emudecer ao vê-la desapertar a gabardine e mostrar o corpo nu que ele há tanto tempo cobiçava.

Sem hesitar, ele abriu a porta traseira da viatura e deito-a delicadamente no banco de trás. Inclinado sobre ela, afinou-lhe os sentidos com a mesma mestria com que minutos atrás havia afinado o motor do carro: com delicadeza, com carinho, com atenção a todos os detalhes e a todos os sons.

Mais tarde, quando partilhavam um cigarro com os corpos nus ainda entrelaçados, ela perguntou:

- Quando é que achas que o meu carro está pronto?
- Dá-me mais meia-hora. Acabo antes de jantar…

Ela beijou-o longamente e sentiu-o rir:

- Assim, não vou acabar antes de jantar.
- Não faz mal… Não tenho pressa…

Olhou para o rosto dele e sorriu enquanto ele pensava o quanto amava aquela mulher que já era sua há mais de 10 anos e que nunca parava de o surpreender e excitar. Ela pensou o quanto amava aquele homem que usava as mãos para mexer em números por profissão, no seu carro por diversão e no seu corpo por paixão.

E a Peixa estava coberta de razão

Não há nada impossível quando se tem gelo, fruta e cachaça.


Tcharan!....
Ladies and gentlemen, apresento-vos a "Ameixinha".


A caixa dos brincos

Já não sei se foi com a Adriana, a Estela ou a Tereza de quem herdei o nome, mas a história da caixa dos brincos conheço-a desde menina. Faz parte do longo reportório da minha mãe e mete freiras, meninas e um colégio cheio de regras.

Naquele tempo, e talvez também neste tempo mas não tenho como saber que colégios de freiras basta um de três em três gerações, as irmãzinhas também não gostavam de brincos de fantasia. Não sei se era o adjectivo que os manchava, já que fantasias só mesmo de noviça para cima e no segredo das celas, se era o toque popularucho que podia dar às meninas ar de garotas e garotas não frequentavam aqueles sítios.
Mas ia eu dizendo que brincos de fantasia não podiam andar em orelhas que se queriam fidalgas e menina que se atrevesse a tal via desaparecer-lhe o adorno nos interstícios das saias de madres com nomes santos.
Continuo sem saber se a voluntária foi a Adriana, a Estela, a Tereza ou mesmo a minha mãe, mas sei que um dia, uma delas, apareceu na sala de aula com uns infames brincos de fantasia que fizeram a delícia de todas as outras até a freira lhes perceber o atrevimento. Num ápice foram recolhidos e atirados para o bolso onde eram guardados os pecados mas, milagre!, pouco depois outros brincos de fantasia brilhavam naquelas mesmas orelhas. E durante todo o dia vários pares de brincos sairam da caixa escondida para as orelhas expostas e das orelhas foram em penitência até ao bolso castigador.
A gracinha não era das mais divertidas, mas gostava de a ouvir contar por me trazer uma mãe atrevida e desobediente, pronta a quebrar regras, muito diferente daquela que eu conhecia.
Lembrei-me desta história ontem ao ler uma outra. Têm cinquenta anos entre elas e estes anos todos levaram as brincadeiras para patamares estranhos e perversos.Talvez lá continue a mesma vontade de provocar, mas agora já não são meninas atrevidas que desafiam freiras com brincos de fantasia mas são as mães das meninas que se esqueceram de crescer e arrastam em vidas miseráveis as infâncias perdidas. E os filhos, esses, já não ouvem da mãe a história que os delicia mas são os brincos com que ela se diverte, como se também eles não passassem de reles fantasias.

UNFORGIVEN

Ficheiro:Vulpes vulpes standing in snow.jpg

Só posso desejar que o vento te acaricie a face e que os elementos te sejam favoráveis.

Parabéns, Querido e Doce Z!

A brincar, a brincar,

... a verdade é que o Rui Patrício é o melhor marcador do Sporting esta época...

COCO AVANT CHANEL

Eu sempre tive um problema com aeroportos e gares de comboios e cais e docas. Sempre que lá ia levar alguém, doía-me o coração por não ir também.

Durante anos quis viajar. Era tudo o que queria fazer. Conhecer o mundo. Deixar o mundo e as gentes entrarem em mim. Depois viajei pouco, mas viajei. Mas houve uma viagem que eu ainda não fiz e que espero que esteja para breve.

Sempre sonhei fazer o percurso de Paris a Istambul (na minha cabeça será Constantinopla) no Expresso do Oriente. Sozinha. Sempre sonhei ter esses dias e essa magia para mim.

Quero sonhar com o Poirot e com a Agatha Christie. Quero ver a paisagem e passear pelas ruas de Bucareste e Budapeste. Quero imaginar que o Conde Vlad viaja no camarote ao lado do meu. Quero tudo isso só para mim…

Porque é que me lembrei disto hoje? Porque estive a ver o novo filme publicitário do Chanel Nº5. E só tenho uma palavra para o descrever: Fabuloso!

E quando vi a Audrey Tautou à janela do comboio, linda de morrer, lembrei-me do meu sonho e pensei que quero fazer isto. Quero muito…

Mas o post não era para falar sobre mim e sobre as minhas fantasias. Era mesmo para vos mostrar o filme...

Regras para ser uma sumidade da blogosfera

Regra 1 - Invocar a sua condição de veterano da blogosfera. Mesmo que se tenha um "babyblog" que dá boa nota de cada fralda mudada ou então um daqueles blogs em que partilhamos com o mundo o que comemos ao pequeno almoço, invocar que se é um veterano das lides dá sempre outro estatuto. Se alguém nos diz que "anda nisto dos blogues há seis anos", não podemos deixar o desaforo sem resposta, é invocar vinte anos de blogosfera. Há vinte anos não existia blogosfera? Bem, mas há vinte anos já jogávamos Tetris e toda a gente sabe que o Tetris é o tio-avô dos "blogs".

Regra 2 - Comunicar ao mundo que se teve um problema com o "lay-out" do blog e que quem nos desenrascou foi o Paulo Querido (nem por sombras pensámos em contactar o operador do serviço). Meu caro Querido (desculpe, trato sempre as pessoas pelo apelido), não tenho o gosto de o conhecer, mas se o meu caro ajuda altruisticamente todos os "bloggers" que lhe manifestam público reconhecimento pela rápida e preciosa ajuda que lhes prestou, daqui lhe rendo as minhas subidas homenagens.

Regra 3 - Referir-se a "bloggers" de referência (o que quer que isso seja ...) pelo nome próprio e não pelo "nick". Dá uma ideia de ser visita lá de casa. Por exemplo, em vez de se referirem a mim dizendo "O Visconde tem um tremendo gosto para escolher vinhos brancos que acompanhem ameijoas à la plancha", dizer "O Bernardo Vasconcellos e Souza tem um tremendo gosto para ...".

Regra 4 - "Linkar" toda a gente, principalmente aqueles que nos parecem ser mais aceites pela comunidade. Por exemplo, "linkar" o Abrupto dá-nos uma sensação de proximidade com o Pacheco Pereira idêntica à que sentimos em 1983 quando o tipo do restaurante em que jantámos nos disse que, precisamente na mesma mesa, tinha almoçado no dia anterior a Mónica Sintra.

Regra 5 - Escrever um post por dia com "links" de opiniões de "bloggers" sobre um tema, sem dar a sua própria opinião. Por exemplo "Manecas Dias da Cunha escreve isto, em resposta a Joana Souza Telles que já havia dito isto, não tão bem escrito como Thiago Menezes da Cunha que escreveu esta delícia em complemento a esta abordagem original de Sofia Motta".

Regra 6 - Escrever títulos em inglês. Da lista que se segue, escolher um título por semana: "Long story short"; "Read my lips"; "Total turn-off"; "Been there, done that"; "Pardon my french".

Regra 7 - Escrever pelo menos um post mensal sobre o Principezinho. Ainda que não se tenha lido mais livro nenhum na vida, invocar o Principezinho é o caminho certo para passar uma imagem de sensibilidade. Cai bem.

Regra 8 - Por cada dez vídeos de música alternativa que se coloca, colocar um video de música brasileira dos anos setenta. Eagles ou Beach Boys também são uma boa opção, o importante é passar uma imagem de que, sim senhor, somos excêntricos e originais nos gostos musicais, mas, que diabo, também não perdemos a aderência com a vida real, também somos capazes de valorizar uma boa música de Simon & Garfunkel...

Regra 9 - Arranjar uma boa briga com alguém da blogosfera. De preferência, combinar a briga com alguém que também tenha os números do "statcounter" a definhar, é bom para todos, as visitas sobem em flecha, principalmente se a discussão se iniciar de forma civilizada, trocando argumentos sobre um determinado ponto de vista político e, aí pela terceira ronda da discussão, apimentar a coisa e questionar as opções sexuais alternativas da pessoa com quem estamos a argumentar.

Regra 10 - Terminar os "posts" com uma nota que diz "escrito também no Correio da Manhã" (nunca se sabe se o "blogger" é também o autor de qualquer coisa que tenha saído no "Correio da Manhã" ou se copiou qualquer coisa que saiu no "Correio da Manhã", escrito por outro.). Uma opção alternativa é escrever em meia dúzia de "blogs" e remeter um link para lá. Por exemplo, "Escrito também aqui".

Regra 11 - Pelo menos uma vez por semana, escrever um post cujo assunto seja "a minha vida não é isto, eu tenho uma vida fora da blogosfera".

Regra 12 - Escrever bem. Claro, não é absolutamente essencial...

Mesa do canto

O homem estava sentado numa mesa do canto oposto da esplanada, ansioso, olhar perdido nas pessoas que passavam e nunca eram quem ele esperava ver passar.

De vez em quando o homem verificava o telemóvel e exibia uma expressão tão vazia como o visor que nada de novo arranjava para lhe dizer. E ele deambulava outra vez um olhar que substituía aos poucos a esperança pelo desespero de quem não alcança por esperar e deixava-se ficar ali sentado até ver.
E nada via, afinal, o homem sentado numa mesa em busca de algo que parecia tão vital para a sua realidade naquele momento da existência esbanjado numa aflição qualquer. Talvez à espera de uma mulher amada, de uma presença desejada para a cadeira vazia diante de si.
Deixava-se ficar ali, vida suspensa, o telemóvel confirmado outra vez na ausência de notícias que o pudessem tranquilizar e ele já não conseguia disfarçar o desconforto, a resignação de quem encaixa uma profunda desilusão na borda de um copo tão vazio como o olhar que agora se recolhia em cada pormenor do pequeno espaço em seu redor, cada vez mais fechado sobre si próprio sob o tormento da solidão a que tentava fugir naquele lugar onde a multidão o ignorava e seguramente não lhe dava a alegria que o homem sozinho procurava sem sucesso antes de finalmente desistir.

Acabou por se levantar da mesa, apressado, quase parecia atrasado para fugir para qualquer lado onde pudesse refugiar uma vontade proibida que precisava ocultar.
A realidade envergonhada, quantas vezes escondida, de um homem a chorar.

GOOD NIGHT AND GOOD LUCK

Se me aborrece dar a notícia? Claro que aborrece. Se acho que ele fica melhor comigo? Definitivamente.
Mas tenho que ser mulherzinha o suficiente para admitir que, a ser verdade, é um par lindo de morrer!!!!!!!!

INVASÃO DE PRIVACIDADE

Estou na dúvida sobre o que achei mais fascinante nesta noticia:


Se o facto de a ex-namorada de Cristiano Ronaldo ser barrada por seguranças para não se poder aproximar dele (E ele passa impávido. Depois ainda se admiram que apareçam coelhinhos a cozer numa panela...);

Se o facto das pernas dele estarem seguradas no valor de €100.000.000 (sim, cem milhões de euros).

HIGH SCHOOL MUSICAL 2

Ora aqui a vossa miúda (que como miúda que se preze, entrou em absoluta silly season) tirou-se dos seus cuidados e foi ver o tal do clube da moda que toda a gente quer ir, toda a gente fala e toda a gente acha um must.

Porque toda a gente sabe que só falo mal depois de ver, mexer e experimentar.

O parque de estacionamento estava atafulhado de carros espanhóis com as bagageiras abertas de onde saia música e bebidas várias. E o que eu pensei quando passei à ida, foi o que pensei quando passei à volta: A festa rija afinal é aqui…

Entrei. Caras conhecidas à entrada. Caipirinha da boa. A tal da badaladissima zona VIP morta. Sem qualquer animação. Zona geral…

Bem, where do I begin? Digamos que a media de idades das festas do colégio do meu filho é, decerto, mais elevada do que a média de idades da pista de dança. Senti-me de regresso às festas da sala de convívio da secundária e juro que, por momentos, fiquei sossegadinha e de respiração suspensa à espera que o mocinho do grupo ao lado, que claramente devia gostar de mulheres mais velhas, me fizesse a pergunta fatal: “Desculpa, posso-te conhecer?”

O que vos posso aconselhar? A música não é má. As bebidas são jeitosas. Mas ou vão com um grupo bem porreiro ou se é para irem sozinhos, poupem-se e fiquem mesmo no parque de estacionamento com os nuestros hermanos que esses é que a sabem toda.

HIGH SCHOOL MUSICAL

O Papa Bento XVI vai gravar um disco. Eu gostava que esta noticia e a tatuagem do Homem-Aranha na parte interior do meu braço fosse mentira. Mas quando levanto a mãozita, lá vejo o senhor das teias e me compenetro de que as pessoas são capazes de coisas bem estranhas.

Mas como eu ia dizendo: O Papa vai gravar um cd. A obra - com passagens da Bíblia e músicas em latim, italiano, espanhol, francês, alemão e português - terá como título “Alma Mater” e será lançada dia 30 de Novembro.

Aguarda-se confirmação de que Lisboa fará parte da digressão mundial em 2010…

RESGATE

P8010331

(Ler com voz distorcida com origem num telemóvel roubado no Martim Moniz)

As minhas exigências serão enviadas depois de forma tão ultra-secreta que nem mesmo eu sei qual será. Qualquer tentativa de contactar as autoridades resultará numa desgraça desnecessária. Entrarei novamente em contacto amanhã, ao meio-dia (se eu me atrasar é por causa do trânsito e nesse caso ligarei mais tarde). Nunca se esqueçam. Eu só má. Muito má. Tu... tu… tu… tu…

Fiat Lux

"Mãe Querida"!

Tanto tempo da minha vida desperdiçado.
Tanto tempo sem perceber.
Tanto tempo a dizer mal do senhor sem saber que era ele o autor desta música que me leva às lágrimas, desta pérola da poesia nacional, desta canção que é o melhor que a gente tem.

Agora, finalmente, sei que porque não há outro amor na vida. Agora percebo o "efeito Tony Carreira".
Caramba, já me podiam ter dito que era ele quem cantava o Amor de Mãe.
Sim, andei a enganar toda a gente e, sobretudo, andei a enganar-me a mim própria. Afinal eu conhecia, eu conheço!, eu canto, eu assobio, eu trauteio, uma música do Tony Carreira!

O PRINCIPEZINHO

“Para mim, tu não passas de um rapazito semelhante a cem mil outros rapazitos. Não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Para ti, eu sou uma raposa semelhante a cem mil raposas. Mas se tu tiveres intimidade comigo, precisaremos um do outro.. Tu serás, para mim, único no mundo. E eu serei, para ti, única no mundo..”