Este blog já teve, há uns meses, um separador na barra lateral onde ia colocando links para os posts que mantinham, apesar de antigos, caixas de comentários activas. Resolvi fazê-lo novamente e linkar os posts sobre a avaliação de professores. Penso que a discussão está para ficar e é mais fácil e rápido assim.
Já agora, obrigada a todos os comentadores que têm contribuído para que se perceba um pouco melhor todo este processo. Não seremos todos professores, muito menos representantes do governo e nem todos temos filhos nas escolas, mas seguramente que somos todos cidadãos e, pelo menos nessa qualidade, este assunto também nos diz respeito.
Caixas (ainda) de Serviço
Avassalador
Ligo o Xico e volta não volta lá vou ver se alguém fez alguma coisa no cabra, que tirando uns comentários aqui e ali não tenho feito grande coisa em prol da urbe (confesso). Volta não volta, lá surge o eterno problema de nunca me ter metido num blog próprio, porque era certinho que era um excelente rival do entrudo - para tudo se acabar na quarta-feira. Sim, sempre achei que a minha participação em blogs nunca seria suficiente para tornar fosse o que fosse interessante, e o factor principal nem seria a notória falta de qualidade, antes a produtividade estar ligada a uma curva que nunca se afastaria muito da origem das ordenadas, e com o tempo tender assimptoticamente para o nada absoluto (isto não quer dizer nada mas sigo o aviso que me deram de dizer umas coisas tipo genial e que ninguém entenda... nem eu próprio). Enfim, isto para dizer que sai um post quando o rei faz anos.
Aceitei o simpático convite para participar neste grupo de desconhecidos, no geral e entre si, porque para além de algumas razões de menor interesse, tais como o cheque bissemanal e a garrafa de anis, achei que a minha inoperância seria largamente compensada com o esforço dos meus companheiros (viram... somos poucos mas é o suficiente para dominar o género) e que mesmo usufruindo de largos períodos sem o meu rato passar no quadradinho laranja do "Publicar Mensagem" a referida tarefa de ir ver se alguém fez alguma coisa no cabra traria certamente aquela sensação de alegria e de curiosidade típica de um voyeur que não mostra mas gosta de ir a jogo.
Continuando com a imagem, estes últimos dias foi tipo a chegada a um campo de nudistas nórdico. A sensação de alegria e curiosidade foi passando a boca aberta e releitura obrigatória a ver se entendo tudo o que escreveram, e rereleitura para retirar alguns simples pontos do que queriam realmente dizer, até ficar invariavelmente com a cabeça de novo entre as orelhas e esmagado com o peso avassalador dos posts redigidos.
Não é de todo uma critica, muito pelo contrário, mas é só um... uffaaaa, deixem lá respirar.
Uffa
Algo que pudesse lembrar os tempos em que tudo era bonito e florido sem ser floral. Que me fizesse fechar os olhos e voltar aos tempos em que o meu nariz encaixava [tão bem] na tua nuca. Me fizesse [re]viver.
Algo que me apaziguasse as noites em que te penso e não te tenho. Algo que metesse nos sítios estratégicos e que já sorveste, algures no tempo, há tanto tempo. Um cheiro que me desinibisse mesmo sem ti e que inibisse quem de mim se quisesse aproximar e isso vale até te esquecer. Nunca.
Não posso transformar-te em nada, nem mesmo no homem que devias ter sido, que não querias ser, que eu não merecia que fosses, e as lembranças são cada vez mais vagas e visualizar-te é-me cada vez mais penoso e se fosses um cheiro, um cheiro agri doce, talvez eu pudesse achar que tinha valido a pena ter-me perdido na tua nuca.
Como se eu fosse assim muito muito burra...
Parece que as Associações de Pais estão preocupadas com o facto de os senhores professores não terem tempo para os meninos por causa da tal avaliação de desempenho.
Avaliação, avaliação, avaliação. 120,000 professores nas ruas. Avaliação.
Não gosto de avaliar o que não conheço e portanto fui meter o nariz aqui e ali. Pelo que percebi o que se passa é mais ou menos isto:
Até aqui os professores que queriam progredir na carreira tinham de fazer um relatório de auto avaliação, que era normalmente classificado de Suficiente pelo orgão de gestão da escola. A progressão era, no entanto, automática e realizava-se mesmo que esse relatório não fosse feito ou a nota fosse outra.
Utilidade da avaliação? Zero!
Este sistema, se se pode chamar-lhe isso, foi alterado a 19 de Janeiro de 2007 ( Dec. Lei 15/2007), e este ano lectivo entraram em vigor as novas regras. No entanto, só vão ser avaliados, para já, os professores a contrato e aqueles que necessitem da avaliação por estarem em condições de progredir na carreira.
A avaliação pressupôe o preenchimento de três fichas - uma de auto avaliação preenchida pelo professor avaliado, outra de avaliação científico-pedagógica, a ser preenchida pelo professor coordenador de departamento, e a ficha de avaliação da participação em actividades escolares, a ser preenchida pela direcção executiva da escola.
A avaliação faz-se no interior de cada escola, tendo em conta a diversidade de funções e actividades desenvolvidas pelos professores. Inicia-se pela definição de objectivos individuais e inclui o preenchimento da ficha de auto-avaliação, a observação de aulas, a análise de documentação, e culmina com o preenchimento das fichas de avaliação pelos avaliadores, a realização de entrevista individual dos avaliadores com o respectivo avaliado e, finalmente, a realização da reunião dos avaliadores para atribuição da avaliação final. (...) O professor avaliador e o professor avaliado, por acordo, definem os objectivos individuais, que devem corresponder ao contributo de cada docente para o cumprimento dos objectivos do projecto educativo e do plano de actividades de cada escola.
(...) Esta avaliação de desempenho é realizada entre pares. São as escolas que definem os objectivos individuais dos professores, os calendários da avaliação, os instrumentos de observação, e são elas que procedem efectivamente à avaliação.
A apreciação dos pais e dos encarregados de educação é considerada apenas na avaliação dos professores se estes o aceitarem.
Parece-me, a mim que sou leiga, simples e justo.
Os professores são avaliados nas suas escolas pela direcção executiva e pelos professores coordenadores de departamento curricular. O presidente do Conselho Executivo pode delegar a avaliação nos restantes membros da direcção executiva, e os coordenadores do departamento curricular podem delegá-la noutros professores titulares. Os professores responsáveis pela avaliação são, em regra, os professores mais experientes.
Qual é, afinal, o grande problema? Trabalho burocrático? Sim, algum, sem dúvida, mas qualquer polícia de giro tem de fazer um relatório de serviço, os bombeiros preenchem fichas, os médicos fazem os processos dos doentes, os directores de departamento de uma empresa avaliam os seus subordinados e, durante muito tempo, eu não podia ter uma conversa telefónica com um cliente sem no final a transcrever para o processo respectivo. Perda de tempo? Eu acho que faz parte, mas posso estar enganada.
Sim, estou a simplificar o que não deve ser simples, que 120.000 pessoas não podem estar todas enganadas ou de má-fé, mas muito sinceramente ainda não consegui perceber qual o problema e que soluções alternativas são apresentadas pelos professores. Até agora só percebo que os professores não querem este sistema por ser complexo e trabalhoso mas, se andar por aí algum representante da classe, poderia explicar-me, como se eu fosse muito muito burra, o que querem alterar ? É que tenho duas crianças na escola e se estão a ser prejudicadas com mais esta manigância da senhora ministra na próxima manifestação seremos 120.001. Tenho é de perceber muito bem o que me poderá levar a meter-me numa camioneta de carreira e a descer a avenida com um cartaz nas mãos.
Palavras à distância
Vejo-me espelhado neste rio a matutar no desafio inteligente que te prova capaz.
De me arrastar na ânsia de me provar igualmente merecedor daquilo que ofereces, tanto faz, naquilo que mereces por saberes como puxar o cordel.
O que me move, afinal, marioneta que o teu estímulo desperta de um estranho torpor.
Vejo-me recordado de um valor que é o único instrumento de garantir cada momento de ligação virtual, o domínio da expressão verbal que é aquilo a que se reduz tudo quanto este homem produz que te possa interessar.
As palavras à distância, a confirmação da impotência que assumo inerente aos aspectos nocivos da minha intervenção demasiado próxima seja de quem for.
Vejo-te do meu exílio desertor, afastado, porque me sinto derrotado quando percebo o que se passa e me adivinho uma ameaça que precisas repelir.
Por isso me condeno a fugir, mas apenas até ao ponto mais seguro de observação.
Aquele onde busco a salvação, o antídoto, para o veneno que não sei mas acredito inoculado pela parte de mim que te afastou.
Com palavras à distância que te poupam a muito daquilo que sou.
Antes de voltar à lei dos 3 estados
- Antes de ser esperta [espertinha, vá...] achava sempre que os anónimos eram o meu príncipe encantado e dava-lhes corda na esperança que um dia se identificassem e [ena! ena!], que o anonimato fosse uma questão de timidez e tal e que sim, eram pessoas super equilibradas e bem dispostas e nada ressabiadas. O tempo mostrou-me que estava enganada e nesta regra a excepção é uma raridade. Ponto.
- Eu costumava ser anónima. Só por maldade. A camuflagem é tão gira e podes dizer o que quiseres que ninguém te identifica que dá mesmo vontade [e há pessoas que se metem a jeito, pá!] de dizer sem sofrer consequências. O problema é que depois de clicar no "publicar comentário" sentia-me mal. Fraca, cobarde e horrível. Não quero que os outros passem por essa sensação. O que querem? sou boazinha.
Onde se lê Obama escrevam o que quiserem.
Estou para fazer este copy/paste desde manhã, quando li este artigo do Nuno Brederode Santos no DN. Sai agora, um pouco em jeito de comentário ao post a seguir.
(...) falando agoiros em nome da prudência, com caras soturnas e olhar sombrio. É deprimente a militância no cinzento. É a recusa do encanto em nome de qualquer desencanto que aí venha. É a recusa dos afectos porque amanhã estaremos todos mortos. Nós sabemos que os valores iluminam o sentido da História e os interesses fazem a gestão do cruzeiro da vida. Mas os valores libertam muitos condenados e assustam muitos carcereiros. Devemos-lhes a literatura, a música, a pintura. Já os interesses, esses, são contas em papel pardo, sem as quais o merceeiro não nos fia. Depende deles o nosso dia. Nós sabemos. E creio que Obama, o "menino magricela com um nome esquisito", saberá que quase sempre os valores desaguam nos interesses e dissolvem-se neles. Mas, que raio!, isto avança por marés. Sigamos esta por agora. Se e quando esmorecer e sobrevier o desencanto, pois também esse é finito e precário - como nós e como o encanto que ele matou. Mas então sobrevirá outra maré alta de valores, trazida por outro alguém que ousou e que subirá um pouco mais no areal dos interesses.
Nuno Brederode Santos, DN, 9Nov08
A [arroba]na
Não sei se isso é causa ou consequência. Se qualquer pessoa que se mete à nossa frente acrescenta algo [ou retira] ou se elas foram incutidas com um objectivo divino, isto é; todas as pessoas, pré-destinadas ou não, alteram-nos. Facto.
No entanto é engraçado ver que, mais o tempo passa mais as pessoas [regra geral] amargam e deixam de se dar e de confiar e de apostarem. O sorriso é mais provável num teenager à entrada do liceu do que um velhote à entrada do centro de segurança social. As pessoas amargam. Facto.
A vida cansa. Todos os dias acordar com esperança de que o dia irá correr bem e quase todas as noites ver que tal não aconteceu [e a isso chama-se vida] cansa. As pessoas perdem a esperança e engraçado como isso soa a desespero. Desiludem e surpreendem.
Talvez errado é confiar nas estrelas e no sol e nos astros e nas barbies que nos incutiram que adulto é alegria e realização e que é suposto correr tudo bem.
Talvez certo seja acreditar que baixas expectativas aumentam as probabilidades de se sorrir.
Sobre aquilo se vale a pena
As emoções fortes são muito boas. Mas é melhor com um cabo, ou um pára-quedas.
P.S: O futebol também é giro, por isso fala-se um pouco disso na caixinha, tipo anexo.
As escolas públicas são boas
Há bocado estava a comentar num post, que os professores andam todos chateados, que agora têm mais trabalho, estão mais tempo na escola, azar é como nas outras profissões. Mas sim,o problema é mesmo a tal avaliação a que são sujeitos. Porque ser avaliado pelos séniores da escola, não significa necessariamente ser avaliado pelos melhores. Nos colégios privados presumo que façam alguma entrevista, analisem o CV e a própria pessoa, nas escolas públicas têm o que lhes calha. E é muito difícil um conselho livrar-se de um professor "mau"- vai a Juntas médicas, etc.
E os professores são, na maioria bons, competentes. Os miúdos têm uma série de coisas que antes só havia nos colégios, aulas extra curriculares de inglês, música, ginástica, aulas de apoio, clubes de xadrez, de bikes, de teatro, de bichos. Estão até às cinco na escola e almoçam por um euro e pouco. Podem não gostar da comida, mas têm sopa, água, ementa variada com os grupos alimentares todos.
E nós como era?
Sim, sem sarcasmo,temos muita sorte em ter escolas públicas boas. A dos meus filhos é. E a de muitos outros também.
Querido Diário
Ok, pelo que percebi, convidaram um contrapeso. Eu. [mentira, eu pedi, implorei e chorei e ameacei mas o que importa nestas coisas é o resultado final, certo?]
E se antes detestava que me chamassem cabra [e como me chamavam, meu Deus] hoje sinto-me lisonjeada que me queiram, junto com a minha depressão crónica constante, neste blog que cheira a alegria e sensibilidade. Tenho medo de não estar à altura [daí ter pedido receita de anfetaminas], que se tenham iludido com fogo de palha [daí o extintor], e que se arrependam [daí o pedido de extradição], mas tá feito. Sou oficialmente uma cabra... e por incrível que pareça, estou bué de contente...
Quando o prato arrefece
E eis que entras em campo, assim do nada. Isto é uma partida de futebol e estás fardado de jogador de golf. Entras no campo com sorriso de vencedor mas ninguém sabe quem tu és. Nem querem saber. Aproximas-te das meninas da claque à espera de aprovação mas mais perto te chegas, mais elas se afastam. És tão mais giro ao longe. E andas à nora, a marcar golos só porque é suposto marcar golo. Marcas na tua baliza mas não te importas, importa é marcar e marcas. Não sabes as regras do jogo mas marcas. Seja lá o que for, tu marcas.
E o jogo continua e tu corres (é na direcção contrária, ó tosco) acenas para o público e nem reparaste que é intervalo... estão a olhar para os comerciais. Sem stress. Tu vais conseguir.
Juntas-te aos bons e eles nem te conseguem ver. Mesmo aos pulinhos, tu não chegas lá.
No dia seguinte entras em campo com o fato de mergulho. Ainda não entendeste que isto é outro jogo. Andas ali, a correr com as barbatanas [andas para trás?] de máscara na cara e corres aos tropeções. Importante é a ilusão. Ninguém te vê, toda a gente repara em ti. É esse o objectivo, e tentas marcar golo... cada vez mais difícil.
E no outro dia entras de jogador de cricket. Cavalo montado, branco, a dar a ilusão do príncipe encantado, e corres... ou melhor, pedes ao cavalo para correr, que isto ta mau.. ninguém topa o plágio mas andas cansado. Correr assim cansa.
E vais descendo de divisão, de estatuto, e já ninguém acredita em ti e és conhecido [reconhecido] como o gajo que marca golos na sua própria baliza e não vão a jogo... já não vão a jogo.
Não tinhas reparado na tua claque constituída por uma menina que tinha em seu poder o equipamento certo. As tácticas, os truques. Ela levanta-se cabisbaixa, vira-te as costas e vai se embora. Tudo é melhor do que ver a decadência. Vai para casa e vê a "liga dos últimos". Bem mais giro, bem mais interessante.
M
Han?
Notícia de "última hora" na barra lateral do JN online...
Miguel Rendeiro casou com andreia
00h47m
O DJ Miguel Rendeiro casou este sábado com a namorada de longa data e educadora de infância, Andreia, em Espinho, terra nortenha onde o casal já vivia.O copo de água decorreu numa quinta situada na Maia e contou com amigos das lides musicais de Rendeiro.
vale (ou não) a pena?
Como sabemos se vale a pena?
Haverá alguma fórmula de cálculo? Uma tabela de pontos? Acima de 10, vale. Abaixo de 10, é pena?
É difícil estar dentro e quantificar que vale a pena, é fácil estar de fora e dizer que não vale. É sempre assim. Quem está dentro sente e não vê. Quem está fora, não sente e vê.
Como saberemos se vale ou não a pena se não jogarmos o jogo até ao fim? Desistir a meio faz-nos o quê?
Sofrer menos? Será? A desistência por si só já deixa amargo de boca. Desistir a meio faz-nos ficar a remoer. É pedir um turbilhão de perguntas começadas por “ E se…”. Ses esses que nunca, nunca terão uma resposta que satisfaça e encha todos os espaços deixados por tantas perguntas. Desistir a meio, faz-nos perder todas as hipóteses de, pelo menos, conseguir um empate.
Desistir elimina todas as probabilidades.
Quantificar um vale a pena é como quantificar os sentimentos e, os sentimentos não se quantificam, sentem-se, ou não. O vale a pena também. Vale a pena, ou não.
Dizer não vale a pena é contrariar toda a lógica do amor, não vale a pena é racional, o amor não é.
Quer queiramos quer não amar implica valer a pena e só poderemos, em consciência, dizer que não vale a pena quando o amor já não fizer parte do jogo ou o jogo tiver terminado antecipadamente por desistência de um dos lados.
Fly away
Ela dissera-lhe que nunca, depois daquela noite em que a cidade fora invadida por mariposas e em que tudo começara, tinha conseguido matar uma. E que, nem sabia ao certo, se o nome correcto do bicho era mariposa. Que teria que ir ver ao dicionário.
- Mariposa, designação comum aos insectos lepidópteros da divisão dos heteróceros, que esp. reúne spp de voo nocturno, com antenas filiformes ou pectinadas (Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa)
Aquela das mariposas desconcertara-o. Porque seria? Está bem, não deixa de ser uma borboleta. Mas a mariposa é uma borboleta como um morcego é um rato com asas. Há aquele idílio todo à volta das borboletas. Bichinos primaveris inofensivos que polemizam as flores. Coloridas. Frágeis. Titubeantes. De vida curtíssima. A mariposa, não. Bicho noctívago, estranho, peludo, que faz com as asas um barulho irritante mais parecido com as varejeiras. Raramente se conseguem enxotar de volta para o escuro de onde não deviam sair. E depois aquela atracção pela cegueira, pela luz, que as faz entrar em casa, que as atrai para o chinelo.
Aquela mulher intrigante dizia-lhe coisas sem sentido aparente com um olhar enigmático.
O que é certo é que nunca mais olhara as mariposas da mesma forma.
Manifestação dos professores em Lisboa
Ah ! Eles vêm aí!
Evitem o centro da cidade!
Ps: Ministra de educação já afirmou que não vai mudar a política do processo de avaliação de desempenho dos professores, e espera que os sindicatos cumpram o memorando de entendimento." Os professores não querem ser avaliados, não há outro modelo disponível..."
dissa ela, a Ministra MºLurdes
Quero
Quero-te. Não por ti, mas por mim. Sei que também não é por mim que estás comigo, mas pelo que somos quando estamos juntos. E o resto, não conta? Não!
Já cá estou
Já vos li e por isso, de certa forma, matei saudades.
Passei a semana armada em guerreira, a conter a minha falta de paciência e a controlar o meu mau feitio. Voei oito vezes, fiz milhares de quilómetros, enfrentei umas coisas que não são, de todo, gente. Estive onde não queria ter estado, vi o que me custa sempre ver. Passei por lugares magníficos onde sempre sonhei ir e aí gritei o mais alto que pude sem que ninguém me ouvisse. Passei, no espaço de meia hora, do belo ao medonho. Conheci pessoas de quem não me quero esquecer. Já cá estou e como sempre o melhor das viagens é regressar a casa. Bom, bom mesmo, foi ouvir duas cabras dizerem que tiveram saudades minhas!
um tema sempre actual
Yes, I did!
Obama já tem um cão...
Obama prometeu a Sasha e Malia um cachorro quando a família se mudar para a residência oficial em Washington. Fê-lo em público, perante milhares de pessoas no meio do seu discurso de aceitação da vitória, terça-feira. ... o futuro cão da família Obama suscitou uma polémica na Internet, onde os cibernautas começaram a opinar sobre a cor e raça do cão ou recomendar ao presidente que opte por recolher algum da rua.
(por razões de segurança do estado a CIA só permite a publicação de fotos parciais do bichinho)
Road to nowhere
Que caminho é esse que segues às cegas enquanto deixas que o tempo se escoe por entre as fissuras abertas pelo teu vacilar?
A mãe de Joana
Só se lembram de Santa Bárbara quando há trovoada.
James Bond Negro*
Depois da vitória de Obama nas presidenciais dos EUA, Daniel Craig, o actual "007", refere que já era altura de haver um James Bond negro. “Este papel poderia ser interpretado muito bem por um actor negro”, comentou. O actor proferiu estas declarações, em Roma, na conferência de imprensa de apresentação do novo filme 007 Quantum of Solace.
* e continuo com esperança que se deixem desta história do "negro", porque preto e branco não é mal nenhum.



