Todos nós chegamos a um tempo na nossa vida em nos colocamos grandes questões. O meu tempo para esta é hoje: o que é um massajador?
A palavra nem existe, mas não me parece adequado chamar massagista aos objectos que em tempos tanto apareciam no meu e-mail (ainda estou por saber porque me riscaram da lista…). No entanto, a insistência com que o tema é abordado e o desconhecimento manifestado sempre que se debate a matéria levaram-me a esta reflexão. A discussão chega normalmente ao rubro quando se aborda a utilidade de um massajador particularmente indicado para o rosto. Quem faz massagens ás bochechas? Será que é para o sobrolho ou ainda vou ver um automobilista compenetrado de massajador em riste pesquisando as entranhas das suas narinas? Se quisermos ir mais longe, acalmará o couro cabeludo, substitui a cotonete? Terá utilidade na prevenção da cárie ou na remoção da placa bacteriana? Fará a vez de um enrolador de pestanas? Não sabemos, a verdade é essa!
Podia, podia sim, extrapolar e colocá-lo na cozinha para pendurar o pano ou a pega, colá-lo atrás da porta da despensa para suspender mais uma daquelas coisas que vão lá parar ou até fazer uma reunião com quem possuísse o mesmo objecto e fazer uma divertida gincana numa tarde de fim-de-semana. Se tivesse mais conhecimentos sobre o assunto, atrever-me-ia a dizer que o deixava no congelador com água e posteriormente serviria para refrescar um dos meus bidões de sangria…
É certo que o formato do coiso nos pode levar às mais loucas fantasias… já se estão a ver a agarrá-lo com firmeza (uma ou duas mãos tanto faz), pensar naquela melodia que vos leva ao céu e começar o melhor festival de karaoke das vossas vidas? Não estavam, pois é… por isso é essencial pensar nas coisas!
Há 3 meses