Sempre fui grande admiradora do Arsène Lupin, o gentleman-gatuno, e nunca fui na conversa dos que me queriam convencer que ele não passava de uma personagem de ficção.
Tenho hoje a certeza que Arsène Lupin existe e está entre nós, tendo escolhido Portugal para passar os seus anos de reforma, apesar de não ter contado com esta crise maldita que lhe deu cabo dos rendimentos e o obriga a voltar ao activo.
Provas?
Assaltou oito taxistas com um garfo e uma faca.
Só mesmo Arsène Lupin teria a delicadeza de atacar um fogareiro com o talher completo!
Há 3 anos