E aqui anda uma Peixa triste, sozinha, farta de estudar, carregadinha de carências… E, principalmente, a saber que algures por aí foi feita uma mousse especialmente para ela. E o que é que acontece? Nada! A mousse lá está, sozinha como a musa que a inspirou, e eu aqui estou. Que é como quem diz: a boca cheia de pastilhas de menta e ninguém para beijar.
Salva-me o geladito que o Santo – no Encontro Nacional, mais parcimonioso com as suas t-shirts – carinhosamente depositou no meu congelador.
Tu és realmente digno do nome, Santo…