Era uma vez duas gémeas loiras, lindas e suecas. Ou outra coisa qualquer, que também ninguém percebia muito o que diziam e elas eram de poucas falas.
Um dia as gémeas lindas e loiras e suecas, ou outra coisa qualquer, resolveram fazer-se à vida e à estrada e andaram, andaram e andaram e estavam loiras e lindas, e gémeas ainda, e quase perdidas por tanta estrada, quando encontraram um santo no caminho. E o santo, que era santo mesmo, limpou-lhes o pó e matou-lhes a sede e recolheu-as para não andarem perdidas.
Deu-lhes uma cama para dormirem e alimentos para comerem. E o santo, que era santo mesmo, foi agradecer a outro santo maior as graças concedidas e as gémeas lindas e loiras e suecas ficaram sozinhas.
E nisto veio um tubarão e comeu-as.
Assim acaba a histórias das gémeas loiras e lindas e suecas ou outra coisa qualquer e do santo que era santo mesmo e do tubarão que não era vegetariano. E o sexo desenfreado e o bacanal ficaram aqui pelo meio, que só não reparou quem não quis.
Um dia as gémeas lindas e loiras e suecas, ou outra coisa qualquer, resolveram fazer-se à vida e à estrada e andaram, andaram e andaram e estavam loiras e lindas, e gémeas ainda, e quase perdidas por tanta estrada, quando encontraram um santo no caminho. E o santo, que era santo mesmo, limpou-lhes o pó e matou-lhes a sede e recolheu-as para não andarem perdidas.
Deu-lhes uma cama para dormirem e alimentos para comerem. E o santo, que era santo mesmo, foi agradecer a outro santo maior as graças concedidas e as gémeas lindas e loiras e suecas ficaram sozinhas.
E nisto veio um tubarão e comeu-as.
Assim acaba a histórias das gémeas loiras e lindas e suecas ou outra coisa qualquer e do santo que era santo mesmo e do tubarão que não era vegetariano. E o sexo desenfreado e o bacanal ficaram aqui pelo meio, que só não reparou quem não quis.