Esbarro contigo a toda hora e assim será pela vida fora enquanto não fizer as pazes com o meu inimigo interior.
Procuro-te à saída desse espaço onde observas a vida nas palavras dos que as souberam usar. Encontro-te igualmente à entrada, observo-te enquanto sobes a escada e suspiro a falta daquilo que jamais reclamei.
Nunca saberás o quanto te amei mesmo que, algures nos livros que devoras, um autor daqueles que adoras tiver feito a mais rigorosa descrição do que se passou no meu coração no dia em que te provaste analfabeta na leitura do mais explícito olhar que te dediquei.
Há 2 meses