Foi imaginada para um espaço aberto, de fogareiro às costas, brasas e pão à farta. E sardinhas claro.
Porém, a dificuldade de se estar numa metrópole aliada às elevadas protecções contra qualquer pirómano que pretenda acender algo mais que um isqueiro tipo BIC, levou o grupo todo para um restaurante em Belém.
Lá se foi o fogareiro, as brasas, os copos de plástico e os sacos do lixo. Mas houve sardinhas e pão à farta. E risos, bocas, gargalhadas, brindes e sangria. Com cuidado que de tarde tinha de se trabalhar.
Porquê este post, perguntam já com um ar desconfiado.
Algum português nunca passou por isto?
Vai uma sardinhada?