A Jen e a Marianne, as duas concorrentes femininas finais, com o mesmo fato de banho
O facto deste programa (de 2006, na sic Mulher), ser neste momento o programa de TV que sigo com interesse, diz alguma coisa sobre a minha vida neste momento. Play/Pause...Voltando ao Supermodels, a ideia é entre 12 escolher um para entrar para uma agência de modelos e ser supermodel. Havia centenas de candidatos e escolheram seis rapazes e seis raparigas, dos 17 aos 24. Agora restam dois rapazes e duas raparigas. A polémica neste momento é a Jen, que continua em concurso contra a opinião do Júri, que a acha "gorda", para modelo. No início mediram-nos e pesaram-nos, e o que é certo é que ela tem vindo a engordar (mais cinco cm de cintura) e tem umas pernocas... Mede praí 1.80. mas veste o 40 de jeans. O que se nota que dificulta o programa. Chegam os cabides com as roupas e ela veste não o que lhe fica melhor, mas o que consegue "enfiar" (isto parece-me familiar). Os tamanhos são do 32 ao 38, e ela vê-se aflita. Enquanto isso, a Marianne qualquer coisinha lhe assenta bem.
Mas o público continua a votar na Jen para ficar, e ela defende-se dizendo que "quer alargar o conceito de beleza", no sentido literal presumo. Mas ser Supermodel é o quê? É ser aquela/e que diz que sempre foi assim, come o que lhe apetece, nem faz ginástica, é alto e bonito e pronto. E acha ser modelo um trabalho glamouroso, narcisista e fácil. Passar roupas na passerelle, fotos nas revistas, no fundo é um cabide em movimento? Perguntaram a alguns o que achavam mais frustrante no trabalho de manequim "a espera...", "a maquilhagem", "estragarem-me o cabelo". Houve uma que disse "o desperdício da mente". Mas essa estava a ler um livro.