Ela andava já há uns tempos enrabichada por um colega de trabalho e entre copos, sessões de cinema, jantares e afins, a coisa não se dava.
Surgiram milhentas ideias possíveis (é incrível a imaginação das gaijas, nestas alturas…) para criar um ardil irresistível para o incauto moço.
Entre suspiros dela e bufares meus, acabámos por concordar que se ele era tímido, teria que ser ela a tomar uma atitude.
Plano, não traçámos mas na cabeça dela esboçou-se o objectivo e isso é que era primordial:
“Garanto-te, Mente Maria, que da Cova da Iria não passa!!!!”
E nesse ano, a Procissão das Velas foi diferente para ela…