Queremos uma mulher que se deixe de merdas e se entregue à confiança no nosso desempenho com o fervor de uma fé, capaz de não esconder que está a gostar e ainda mais capaz de fomentar algumas etapas por sua iniciativa.
Queremos uma mulher que goste imenso do que lhes estamos e fazer e retribua, generosa, com a satisfação estampada no rosto de quem nunca faz frete algum.
Há dias, todos, em que exigimos à vida uma mulher assim.
E eu tenho a sorte de possuí-la.
Este blog devia ser obrigatório na escola de tão educativo que é!!!
ResponderExcluirSe fosses mesmo minha amiga contavas-me o que tinhas aprendido aqui.
ResponderExcluirTubarão, bons olhos te leiam. que saudades tuas, gaijo!
ResponderExcluirÉ mesmo, Peixa. E reconhecido pelo Ministério da Educação!
ResponderExcluirA sério, Chefa? Saudades minhas? Fico muito sensibilizado, mesmo.
ResponderExcluirOlha, Chefa, aprendi o que é uma profissão de fé no 2ª parágrafo, por exemplo.
ResponderExcluirE deixa-me que te diga uma coisa, Bruce: tiro-te o chapéu!
ResponderExcluirE porque tiras tu o chapéu, Peixita?
ResponderExcluirsorte, sorte, é encontrar gaijo para uma gaija assim!!!
ResponderExcluirTiro-te o chapéu que foste o único gaijo a comentar aquele post.
ResponderExcluirComentei e até retorqui com a versão masculina da coisa, Peixa.
ResponderExcluirMas estou certo que os meus parceiros estão apenas distraídos e nunca, de todo, intimidados com tamanha responsabilidade (dado o calibre do post e assim, coloquemos a coisa nesse prisma).
O destino é muito generoso quando quer, Gaija.
ResponderExcluirEu nem me estava a referir aos colegas de blog que dessa toca...(um é Santo e o outro tem Jetlag!)
ResponderExcluirEstava a referir-me ao género masculino em geral mesmo!