Dez semanas, só para arredondar a coisa

Todos nós queremos mãos frágeis e finas a puxarem-nos para si. Não aquele toque suave e carinhoso, mas os dedos ansiosos que nos pedem "entra em mim".

Queremos uma mulher que se deixe de merdas e se entregue à confiança no nosso desempenho com o fervor de uma fé, capaz de não esconder que está a gostar e ainda mais capaz de fomentar algumas etapas por sua iniciativa.

Queremos uma mulher que goste imenso do que lhes estamos e fazer e retribua, generosa, com a satisfação estampada no rosto de quem nunca faz frete algum.

Há dias, todos, em que exigimos à vida uma mulher assim.

E eu tenho a sorte de possuí-la.

13 comentários:

  1. Este blog devia ser obrigatório na escola de tão educativo que é!!!

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  2. Se fosses mesmo minha amiga contavas-me o que tinhas aprendido aqui.

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  3. Tubarão, bons olhos te leiam. que saudades tuas, gaijo!

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  4. É mesmo, Peixa. E reconhecido pelo Ministério da Educação!

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  5. A sério, Chefa? Saudades minhas? Fico muito sensibilizado, mesmo.

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  6. Olha, Chefa, aprendi o que é uma profissão de fé no 2ª parágrafo, por exemplo.

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  7. E deixa-me que te diga uma coisa, Bruce: tiro-te o chapéu!

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  8. E porque tiras tu o chapéu, Peixita?

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  9. sorte, sorte, é encontrar gaijo para uma gaija assim!!!

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  10. Tiro-te o chapéu que foste o único gaijo a comentar aquele post.

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  11. Comentei e até retorqui com a versão masculina da coisa, Peixa.
    Mas estou certo que os meus parceiros estão apenas distraídos e nunca, de todo, intimidados com tamanha responsabilidade (dado o calibre do post e assim, coloquemos a coisa nesse prisma).

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  12. O destino é muito generoso quando quer, Gaija.

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  13. Eu nem me estava a referir aos colegas de blog que dessa toca...(um é Santo e o outro tem Jetlag!)

    Estava a referir-me ao género masculino em geral mesmo!

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