Memórias

"A nossa liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros"
Eu tinha uns 12 anos nesta altura, mas acho que é das frases que mais me recordo do pós-25 de Abril. Passava vezes sem conta na televisão, era-nos ensinada na escola, ficou-nos marcada, e bem, no subconsciente.

Acabei de ouvir um graffiter dizer que a rua é de todos e deviam poder fazer o que quisessem. 
Pode ser que estejamos ainda a tempo de recuperar alguns ensinamentos perdidos e de os passarmos, rapidamente, às novas gerações.

9 comentários:

  1. ouvi exactamente o mesmo e disse aqui em casa exactamente essa frase!
    (eh pah eu hoje estou votada a só ouvir barbaridades irraaaa)

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  2. Ora aí está - também temos algumas memórias em comum...

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  3. As novas gerações não vieram a tempo de ouvir muitas frases importantes, assim como alguns pais que as ouviram se esqueceram rapidamente delas.
    A falta de civismo existe em toda a parte e em todas as gerações.
    Provavelmente já não se irá a tempo.
    Beijocas

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  4. é aquilo de andarmos a brincar às cavalitas! Portanto chego aqui e já cá estou :)

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  5. eu gostava de saber quem teve o raio da ideia de que nao se pode disser aos meninos que nao podem fazer qq coisa pq os inibe e traumatiza. Axo q deveria era traumatizar alguma coisa a esse(a) senhor(a)

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  6. Santo, desde que andas pelo estrangeiro que tens uma maneira de falar muito ciciada... "disser"? "disser"?????

    Mas pronto, eu também acho que o que falta muitas vezes são alguns traumatismos dados na altura certa...

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  7. Pinoka, acho que vamos sempre a tempo. Quanto mais não seja vamos a tempo de tentar fazer alguma coisa.

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  8. Anónimo (bolas, agora já não sei se és o Z...), ainda bem que já por aqui estás.

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  9. Acho que quem veio com essa teoria foi o Dr. Spock. Lembro-me de lá em casa termos de pôr todos os objectos quebráveis fora do alcance do meu sobrinho pois os pais achavam que os "não" o traumatizavam.

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