Gaija, eu sei, mas o facto é que "morreu" hoje. Acredito que para os pais deve haver muito alívio, mas só pode ser perverso sentir-se alívio quando morre um filho. Muita coisa esteve errada durante demasiado tempo...
Foi a mediatização do caso, a politização do mesmo, e o uso dessas fotos onde ela aparece no auge da força da vida... se as fotos fossem do fantasma que devia ser hoje os sentimentos deveriam ser diferentes.
E já agora, sem entrar em guerras de religião, como é que os 'defensores da vida' nestes termos se posicionam quando há pais que, exactamente em nome das suas crenças religiosas, se opõem a que os filhos sejam tratados,porque devem cumprir a vontade de Deus. (!!!) A definição de limites é coisa muito delicada. Por isso quando existir o Testamento Vital é coisa que desejo assinar. Ou vou viver para Espanha!
Acredita que me arrepiei
ResponderExcluirTambém eu. Estranho, não é?
ResponderExcluir:-S
ResponderExcluirEu não.
ResponderExcluiro luto faz-se no alívio que se sente quando se deixa partir alguém que não vive há muito tempo. foi, finalmente, em paz.
ResponderExcluirGaija, eu sei, mas o facto é que "morreu" hoje.
ResponderExcluirAcredito que para os pais deve haver muito alívio, mas só pode ser perverso sentir-se alívio quando morre um filho. Muita coisa esteve errada durante demasiado tempo...
Foi a mediatização do caso, a politização do mesmo, e o uso dessas fotos onde ela aparece no auge da força da vida... se as fotos fossem do fantasma que devia ser hoje os sentimentos deveriam ser diferentes.
ResponderExcluirE já agora, sem entrar em guerras de religião, como é que os 'defensores da vida' nestes termos se posicionam quando há pais que, exactamente em nome das suas crenças religiosas, se opõem a que os filhos sejam tratados,porque devem cumprir a vontade de Deus. (!!!)
A definição de limites é coisa muito delicada.
Por isso quando existir o Testamento Vital é coisa que desejo assinar. Ou vou viver para Espanha!