Raio que os partam!

Fiz, há uns tempos, um post com o título Voltem pazinhos que eu gostava de vocês sobre os blogs que desapareceram, morreram, pifaram, mas que durante a sua curta ou longa existência me tinham dado muito prazer. Disse, na altura, que iria fazer mais posts sobre esses blogs que afinal nem morreram, estão é perdidos por aqui sem ninguém para os encontrar, deixaram de fazer parte das nossas listas. Num blog a falta de alimento leva ao esquecimento, o que não faz qualquer sentido se o conteúdo fôr bom. Os Lusíadas também não são actualizados há muitos séculos e continuam a ser lidos.
Assim, em jeito de homenagem, decidi deixar por aqui uns links para esses perdidos no éter, um sopro de vida para os mortos-vivos.
Hoje fui visitar as minhas catacumbas e decidi reanimar o Soda Cáustica. Estava no meu arquivo morto há tempos e hoje teve direito ao clik recuperador. Achava eu, na minha ingenuidade, que ia ser um reencontro sentido, com beijos, abraços apertados e os há muito que não nos viamos do costume.
Foi? Não, não foi que fui barrada à porta! Eu, cliente habitual e das antigas.
Então não é que afinal o morto está vivo e cheio de manias de ressuscitado? Agora tem porta fechada e é só para leitores convidados. Mandam-nos falar com os donos e pedinchar um convite se quisermos entrar!
Não, não quero convite nenhum. Só gostaria que tivessem tido a amabilidade de terem aberto um Soda qualquer para os tais amigalhaços e deixado os arquivos do antigo para quem por lá se perdeu durante muitas horas. Se já foi público foi um pouco meu também e nestas coisas faço minhas as palavras do bom povo -"Quem dá e volta a tirar, não devia blogar!"
Não, isto não é uma brincadeira. Um blog assim que é aberto deixa de ser nosso, por muito que pensemos que o mundo gira à volta do nosso umbigo. Ou do nosso blog. Apagá-lo ou reservar-lhe o direito de admissão é uma enorme falta de respeito por quem, durante mais ou menos tempo, nos deu o que procuravamos quando aqui chegamos - atenção. É um stalinista limpar da história, da história que também é minha, porque está nas minhas memórias.
Soda Cáustica, tenho pena, muita pena, que a nossa amizade tenha acabado assim, Se queriam embarcar para Lisboa tinham-me, pelo menos, deixado Paris.
Porque esta é a postura da gente que faz as coisas por amor, mas pelo que parece nem todos andamos aqui com as mesmas intenções. Pelos vistos também há os bloggers que se limitam a andar na vida. Na deles, claro!

76 comentários:

  1. tb compreendo a tua estupefacção, a tua indignação, a tua, direi, humilhação. sinto o mesmo. e, muitas vezes, sinto pena. e que fui espoliada de algo que também era meu. que me bateram com a porta na cara, gesto muito feio e deselegante.


    eu já fechei um blog. era dedicado a uma só pessoa.


    mas que queres? é a vida: a nossa; o que é dizer, a dos nossos blogs. não é dramático. é como é. teve a sua razão de ser. tudo tem a sua razão de ser. ou de deixar de ser.

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  2. Estou contigo. E mais: todos os tascos que me barram à porta deviam ser encerrados pela asae.

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  3. eu acho a ideia excelente.
    podiamos fechar o cabra a sete chaves abertas uma a uma apenas a amigas dedicadas que fossem pedindo com mails acompanhados de fotos que seriam submetidos a um juri completamente isento onde participariam apenas os elementos masculinos do curral e...
    que grande ideia

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  4. e lá tenho eu que fazer retroceder 3 ou 4 vezes!!!

    chiça!

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  5. Tens nada... se clicares em baixo, em "Início", vais directa para o blog.

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  6. santinho, e se na vez de estares para aí a sonhar alto estivesses a tentar resolver o problema das ciaxinhas?? era boa ideia, não era??

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  7. Sem se ver, há situações que, pela sua excepcionalidade, não entram na regra geral. Se tiveres um blog dirigido a outra pessoa acho justo que o apagues se te apetecer.
    Blogs com entrada reservada são normais. Tenho alguns. São blogs de grupos específicos, no meu caso de família, e até por razões de segurança devem estar fechados. O que me irrita é cortarem-me o acesso a um sítio onde estava habituada a ir. E, se por acaso até lá estiverem comentários nossos, ainda acho pior.

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  8. Calamity, essa da asae não me parece boa ideia. É que se metem o nariz aqui no tasco ainda o fecham - não sei se temos as dimensões minímas para se poder fumar...
    Que tal chamar a Polícia de Intervenção para lhes darem umas marretadas? Pelo menos os tipos costumam ser altos e giros e têm farda e usam cacetete...

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  9. Santo, my friend! Que ganda ideia! Deixo já aqui bem expressa a minha total disponibilidade para me entregar de corpo e alma (de corpo e corpo) a essa nobre missão.

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  10. (A mim que sou tão jeitosinho ninguém dedica blogues...)

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  11. sharklimero, se eu soubesse quem tu eras dedicava-te já um blog inteirinho...

    (estas caixinhas novas trazem logo uns comentadores muita giros...)

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  12. Ms não sei porquê este pintas, desculpem, este pinto, parece-me familiar...

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  13. essa malta que implanta modernices nos tascos como por exemplo caixas de comentários que ocupam o ecrã todo e demoram três horas a abrir e ainda por cima obrigam uma gaija bem intencionada a andar com o rato pra trás e prà frente pra ver o que raios anda a fazer, onde está a escrever e qual era mesmo a posta que estava a comentar é que tb devia ser fiscalizada aí por uma entidade qualquer que fiscalizasse esta cena dos blogs...

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  14. Hummm....
    mas já reparaste, ó acqpesldgcedacncefcaccfantepattbna (desculpa tratar-te pelo diminuitivo) que só numa caixa destas se pode ler o teu nome todo?

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  15. Pelo percurso da comentadora acima topam-se logo os sinais inequívocos de um bom gosto ímpar.
    Mas pelos vistos não possui o mesmo talento para seleccionar prestadores de serviço no que respeita à net.
    Banda larga, rapariga, banda larga em condições!
    :)

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  16. Pronto, fiz um simultâneo com um gajo giro e inteligente.
    Ganhei o dia!

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  17. Sim, sim. Valem uma fortuna, de tão raros...

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  18. nao o apaguei. seria incapaz. :-)

    e, repito, percebo bem a tua reacção.

    incomodar-me ainda mais foi o caso da soca, porque o blog se manteve aberto (ainda bem), mas com os comentarios fechados. achei muito deselegante. porque aquele blog vivia, tal como este, das caixas de comentarios. inclusive, houve posts motivados por comentarios.

    contudo, contrariamente a ti, embora perceba o princípio, e até dele partilhe, não considero que um blog a partir do momento em que é criado deixe de ser nosso, pelo contrario. é essa autoria, e essa paternidade, que permite a um autor (ou a um conjunto deles) fazer dele o que bem entende - inclusive fecha-lo a todos, ou so a leitores que nao foram convidados a continuar a le-los. custa, irrita, até dói? sim, sem duvida.

    por isso mesmo, quando dou com um blog de que sou visita e passou a estar-me fechado, nem hesito - apago o link. e apago-o de mim.

    simples.

    (é a tal cena de que tudo tem uma razão de ser e tal e tal)

    (obg pela dica do inicio, burra como mts vezes - graças a deus, nao sempre - nao tinha dado por iso; mas que odeio este sistema, odeio)

    (e qual a piada de estar a inventar nomes, questiono-me? e, mais ainda, se tal TAMBEM é possivel - nao faço ideia como, mas que é, é! porra, neste mesmo blog isso fartava-se de acontecer!! - porquê mudar um sistema muito mais aprazivel, legivel e prático? por deus!)

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  19. *partilho do principio de que um blog no qual comentemos seja um pouco nosso; mas só enquanto leitores e comentadores, nao enquanto autores no verdadeiro sentido do termo. e, daí, as minhas observações acima.

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  20. (Fónix, com este feitio e ainda por cima adepta portista? E gosta do bigode do popular dos liceus? Mas alguém pode dar crédito a esta comentadora?)

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  21. Raros porque não se combina a coisa.

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  22. Não, não!
    Raros porque gajo giro, inteligente e montes de sexy só há um.

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  23. e la estou a ser chamado a conversa sem perceber o pq....

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  24. Sem se ver, falhei o teu comentário e respondi ao outro.

    Começo pelo fim - neste blog foi criar um nome para comentar mas depois, por alguma razão, deixou de ser. Deve haver um erro no código HTML das caixas de comentários, mas não faço ideia como se arranja e como foi provocado.
    Quanto à propriedade dos blogs tens toda a razão - autor, ou autores, são sem dúvida os proprietários, mas nós leitores e comentadores também somos, pelo menos na parte que já está escrita.
    Um autor fechar um blog ou passá-lo a leitores convidados é quase o mesmo que vir um escritor qualquer pedir-me os livros dele que eu tenho cá em casa. Mesmo que me devolvesse o dinheiro que paguei, não tinha esse direito.

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  25. aquele não eras tu... faltou o modesto, muito modesto...

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  26. estas a ver a inconveniencia da coisa? eu, que fiquei cheia de vontade de trocar email com aquele que ali em cima se identificou como 'leitor que não quer ser identificado para não levar nas orelhas', não posso, à conta de ele ter podido inventar este 'nick' que, pensava ele, lhe dava jeito mas que, pelo contrário, foi a sua oportunidade perdida.

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  27. Mas olha que se pedires com jeito ele até te dá o email, morada, telefone e tudo o mais que se revelar necessário.

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  28. eu, pedir? :D nao me conheces, querida...

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  29. que mal há em pedir? Eu peço, e loud and clear, que é para não dizerem que não perceberam... :))

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  30. Pois, mas com esse tal ali de cima não deve valer a pena o esforço... se fosse uma coisinha assim de se aproveitar já cá estava a dar-te tudo o que quisesses mas nunca irias pedir.

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  31. deve estar a jantar...

    que é o que vou fazer, btw.

    jinhos

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  32. Concordo, pelo que li o gajo não vale mesmo o esforço.

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  33. Já viste, Tubarão, todo fresco o outro e depois mete a barbatana, desculpa, o rabo entre as pernas e não responde à senhora.

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  34. Pois é Teresa, e pelos vistos, a coisa pode esticar-se indefinidamente. Poderia mesmo vir a tomar-lhe o gosto...

    Tubarão, banda larga tenho eu. E bem larga, meo, quase tanto como as costas... Não sei o que se estava a passar. Agora abriu bem mais rápido... já se vai ver como corre das próximas vezes

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  35. Já não se fazem peixes, perdão, homens como antigamente...

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  36. Tubarão? Como é que ela me topou com este bigode postiço à líder sindical?

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  37. Deve ser o staile... inconfundível, o staile...

    Estás a ver ó comentadora qualquer coisa (estes nome lembram-me sempre o do Iznogood, o grão-vizir-que-queria-ser-califa-no-lugar-do-califa), como afinal estas caixas novas valem a pena?

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  38. é do meu bom gosto ímpar...

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  39. Ó comentadora que nunca mais acaba, escolhe ai receber comentários por email que depois é só seguires os links...

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  40. Ímpar, imparcial e imparável no respectivo acerto.
    Imparta realçar.

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  41. Xa lá ver se sei como é que isso se faz...
    Tenho também a realçar que a minha alterega principal já se pronunciou na caixa acima. (Se é que ainda resta acima e abaixo nesta casa outrora arrumada...

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  42. Imparta, imparta. Ou não me chame eu... como é que eu me chamo, mesmo?

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  43. Imparturbável, Tubarão, é como eu fico, imparturbável...

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  44. Deixa lá o nome. A rose is a rose e essas coisas todas...

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  45. Caramba, Teresa, agora é que eu fiquei sei lá como... foi bonito, pá!

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  46. Tem aprendido muito com a proximidade d'El Tiburon...

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  47. A festa, pá? Foi bonita a festa?

    (isto hoje está cheio de referências literárias... mais uma e o Francisco José Viegas linka-nos!!)

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  48. (Sim, sim!!! Bute nessa! Quem se chega à frente? Ráspartam esta constipação que não me deixa pensar)

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  49. Nariz teu, gentil, que só espirra
    Tão constipado neste blog, descontente
    repousa lá nos kleenex eternamente
    e seja eu linkada ou fico triste

    (será que resulta esta?)

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  50. Eu quero espirrar, espirrar perdidamente
    Espirrar só por espirrar aqui e além
    Mais este lenço o outro e o de toda a gente
    Espirrar, espirrar e não esguichar ninguém

    (se não for essa, esta será...)

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  51. Se tu espirrasses só bem à tardinha
    A essa hora dos mágicos encantos
    Quando te cruzas no elevador com as vizinhas
    E as cobrisses todas com os teus ranhos

    (será que o tipo está a jantar?)

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  52. (Quem é que está a jantar? Eu acabei agora mesmo)

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  53. E eu inda nem provei o arroz de entrecosto com farinheira

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  54. Dizem que fungo ou espirro

    Tudo que respiro. Não.

    Eu simplesmente penso

    Com o ranho.

    Não uso o neurónio.



    Tudo o que expiro ou tusso,

    O que me mata ou cansa,

    É como que uma ranhoca

    Sobre outro ranho ainda.

    Essa coisa é que é linda. (pra manter a rima)



    Por isso espirro em meio

    Do lenço que não está ao pé,

    Livre do meu kleenex,

    Miasma do que não é.

    Pensar? Pense quem respira!

    (e se não for agora, vou lá buscá-lo onde ele estiver)

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  55. (Chama-se a isto um tarau ou uma sertúlia?)

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  56. Já espirrar não sabes... ao lenço branco
    Teu ranho vai parar desfeito em água
    Tu a espirina ultrajaste! O teu nariz
    Leve te torne o escarro sempre verde

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  57. (outra aspecto odioso nisto é que nao se podem seguir duas caixas ao mesmo tempo, alternando os respectivos pop-up, mas sim: inicio - clicar coments de um post - inicio - clicar coments de outro post - e sempre assim sucessivamente com minutos infindos a esgotar-se em tão escusada dança, página a abrir, página a abrir, página a abrir..)

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  58. (email... já te disse.... email... escolhe receber os coments por email e a vida sorri...)

    voyeur!... junta-te à malta e dá um pezinho de dança..

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  59. Sim, sim! Nunca somos demasiados para um bom ranhau de inverno (a sua época).

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  60. agora deixaste-me a pensar... o meu espenhol anda de mal a pior...

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  61. adoro pôr mulheres inteligentes a pensar...

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  62. (esta agora saiu-me à visconde, salvo nas calças às-risquinhas-para-as-quais-já-não-há-qualquer-paciência, que não uso, está bem de ver)

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  63. mas é que foi mesmo...

    (achas que compra as calças às risquinhas em Itaália ou na Macmoda?)

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  64. agora nao se chama modalfa?

    como compra a entremeada de vaca no lidl, a resposta está latentemente explícita...

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  65. (vou mimir. até amanhã. boas poesias)

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  66. é isso... nunca me lembro do raio do nome..
    (e viste como sabe escrever LIDL e tudo?)

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  67. A ranhoca toldou-me o raciocínio. Isso e uma hora ao telefone. Malditas telecomunicações. Sem-se-ver? Fungão? Não produzem nada? Sendo assim tb vou mimir...
    bjs

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