Seguro-te o queixo com o indicador e disparo com o olhar as promessas que anseias concretizadas.
O tiroteio iniciado quando ripostas, fogo cruzado, com uma munição que é fornecida pela paixão que te explico onde começa e tu me ensinas, o corpo por tutor, como ela se transforma aos poucos num amor que prefere ignorar o momento do seu fim.
Esta força dentro de mim que te seduz, dentro de ti, a mesma força que te possui, o desejo que nos funde as fantasias onde assumimos o papel principal. Os cabelos desalinhados, os corpos colados, os dedos crispados, os medos dissipados enquanto o mundo inteiro decide parar em nosso redor.
O silêncio nos ouvidos de quem já só escuta o apelo interior, visceral, de um instinto animal assanhado que refinas com as carícias tão femininas e a expressão mais doce de que um olhar é capaz.
E eu luto pela paz como um bombeiro sapador, enquanto nas tuas costas faço fogo e quebro as tréguas voluntárias num assalto à mão armada com pontas incendiárias.
porque quebraste as tréguas, se lutavas pela paz?
ResponderExcluirNessa dicotomia é que está o trocadilho.
ResponderExcluirA paixão é mesmo assim, não achas?
acho sim!
ResponderExcluirjá ando a concordar contigo em coisas a mais! :)
Pois...
ResponderExcluirBom natal para ti também!
Podemos falar de bombeiros, podemos??
ResponderExcluircostas, mangueiras, montes... podemos falar , podemos...
ResponderExcluirMontes, Gabs? Montes de calor, não?
ResponderExcluir:-)
Tens medo de concordar comigo, Gaija? Porquê, não costumas gostar das posições (que eu assumo)?
ResponderExcluir:-)
Montes aos pares, vales,,,florestas...
ResponderExcluirmedo? as tuas posições ser-me-ão assim tão desconfortáveis?
ResponderExcluirSabe-se lá...
ResponderExcluirMas não será com certeza por eu não procurar as posições mais favoráveis.
:-)