Estou aqui com umas dores que não me mexo.

As carícias aliviam a dor, ajudam na socialização das crianças e a tornar mais eficazes os tratamentos contra a depressão. Esta é a conclusão de um estudo apresentado, esta semana, no Festival de Ciências da Associação Britânica para o Avanço da Ciência, em Liverpool, que demonstrou que «o poder das carícias» não é uma crença sem fundamento científico, noticia o jornal Clarín.

Segundo o neurologista britânico Francis McGlone, um sistema de fibras nervosas da pele responde às carícias e quando é estimulada pode diminuir a actividade dos nervos que alertam para a sensação de dor.

Os cientistas descobriram que também há fibras que respondem a estímulos de prazer e quando são estimuladas a actividade das fibras condutoras de dor diminui. De acordo com a investigação, tal como com a dor, algumas partes do corpo são mais sensíveis às carícias do que outras.

17 comentários:

  1. Algumas partes do corpo são mais sensíveis às carícias do que outras. Ok.
    E os totós precisaram de uma investigação científica para o saberem?
    (Ah, e já sabes que nisso das carícias o telélé do tubarão é o dói-dói trrim-trrim para adultos.)

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  2. ahahahahah...
    e sabes que para fazerem a investigação arranjaram uma "máquina de carícias?"

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  3. E eu aqui tão à mão, esta máquina inesgotável de novas sensações...

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  4. (este blog é realmente uma fonte inesgotável de ideias....)

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  5. bem que os senhores cientistas me podiam ter contratado para cobaia. agora davam-me jeito uns miminhos!

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  6. (não estamos todos? mimos nunca são de mais...)

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  7. não sei, mas depois de tão elevado pensamento, com certeza retirou-se para descansar.

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  8. Tens que fazer muito mais para me tirares o fôlego, tripeira.

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  9. (estou aqui caladita, só vejo, nem nego nada...)

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