Ao longe apenas se vislumbrava a névoa provocada pela libertação de calor pela areia.
O seu corpo molhado repousava agora na toalha perfeitamente esticada sobre a areia seca e fofa. Aproximou-se o suficiente dela para que o cheiro a canela do protector suavizado pela água lhe irrompesse pelas narinas. Olhou para ela que se mantinha imóvel e desejou-a.
Pequenos fios de água iam escorrendo pela pele brilhante e dourada, primeiro lentamente, depois um pouco mais depressa, quando a curvatura do corpo assim o permitia. Inclinou-se um pouco mais e pousou delicadamente os seus lábios nos dela humedecendo-os ligeiramente com a ponta da língua. Ela deteve a respiração, derretida com tanta delicadeza. Abriu um olho tentando defender-se dos raios que incidiam directamente na sua face e sorriu-lhe quando o seu olhar se deparou com o sorriso dele, onde transparecia todo o seu desejo. Voltou a fechar os olhos e recostou-se na toalha. Longe de dar por satisfeito, aproximou-se um pouco mais dela e voltou a beijá-la, a polpa carnuda dos lábios de ambos fundiu-se numa só e fez a sua língua entrar dentro da boca dela, onde bailou durante alguns momentos acompanhada. Tinha a face em fogo, o sangue corria-lhe nas veias com uma pressa desmesurada, sentiu-se humedecer por dentro.
O desejo sentido por ambos aumentava a cada instante, a cada toque. A mão dela procurou a nuca dele e os seus dedos entrelaçam-se nos seus cabelos com força, enquanto as mãos dele lhe seguravam a cara entre os maxilares e o pescoço, tocando ao de leve com a ponta dos dedos na orelha. O ritmo respiratório aumentava, a pele dela estava arrepiada de desejo por aquele corpo que pendia cada vez mais sobre ela. Quando uma das pernas dela ficou entre as pernas dele, foi notório o desejo sentido por ele. A boca dele deixou a boca dela e passou para o pescoço. A mão já não segurava a cara dela e descia agora pousando suavemente como uma borboleta no seio despido e ainda salpicado pela água do mar. Apalpou-o levemente e depois com um pouco mais de pressão e entusiasmo. Fez a sua boca descer até ao mamilo descoberto e sentiu-o rígido e salgado. Ela gemia por dentro e contorceu-se um pouco mais.
Seria preciso um pouco mais do que um banho de mar para a apagar aquela chama que a incendiava por dentro.
Ela continuava de olhos fechados com receio que se os abrisse todas aquelas sensações desaparecessem e o fogo de artifício que via na sua mente não passasse de pura imaginação e desaparecesse por entre as ondas do mar e os grãos de areia.
vou fazer de santo: e o post? ninguém comenta o post??
ResponderExcluirpazinha estou a ver os resumos da natação olimpica... é que os gajos apresentam-se todos muito bem...
ResponderExcluirnão há direito... deixas-me aqui sozinha para veres gajos de touca na cabeça??? vou fazer greve, não há mais postas!
ResponderExcluirespera lá, há uns que nadam sem touca... e tirando a miseria de não terem nem um pelinho, digamos que são muito bem constituidos e têm um golpe de rins cheio de promessas, que as imagens para além da água que mostram também nos a deixam na boca...
ResponderExcluiramiga... estão demasiado longe, ok?
ResponderExcluirmas olha lá, só o shark pode preencher as tais 24 horas com imagens? é que há mais quem esteja longe e não é por isso que deixo de salivar qual cão de pavlov...
ResponderExcluire reparei agora melhor - tu a fazeres de santo??? Credo!...
ResponderExcluirBom, isto já é uma massagem com guarnição...
ResponderExcluirentão shark, ontem foste nadar para outra freguesia?
ResponderExcluirNada disso, mas tenho de dormir um nadinha de vez em quando...
ResponderExcluirtss...tsss
ResponderExcluirE mesmo assim deve dormir com um olho aberto outro fechado..
ResponderExcluirgaijas!!! olhos fechados na areia? nadadores olimpicos? o que se passa gaijas??? onde foi que me perdi no meio deste blog???
ResponderExcluiré melhor comprares um gps que isto para variar é o granel
ResponderExcluire como eu gosto deste granel, que a vidinha fora daqui é boa, muito boa, mas fico sempre com a pulguita por não andar cá no meio... pelo que me pude inteirar até ao momento, tudo se está a compor, e o verão, bem esse é como o chico da outra e o rio de janeiro...
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