Sinto-o mais ou menos como um regresso ao passado.
Eu, praticamente da altura deles, só rapazes, tal como dantes. Afinal, nem sei bem quantos vieram… seis, o sétimo chega mais tarde. As conversas deles são as minhas, fazem questão de não me colocar de lado, de me fazer sentir mais um.
Tal como dantes, é dia de festa. Esta não tem, é certo, o encanto e o bulício das outras. Não foi preciso tirar as toalhas enormes do armário, todas as louças e mais alguma, as mesas e as cadeiras do sótão. Não acendemos o fogareiro e ainda não tiramos fotografias. Não há caldo verde nem bolo de aniversário.
Lembrei-me de ti todo o dia, como todos os dias, e daquela fotografia em que ficamos iluminados apenas pela luz das tuas velas, que, pois não, não vamos soprar. Mas estamos felizes e gostamos sinceramente uns dos outros, o que já constitui um excelente motivo para festejar.
Eu e ele recordamo-nos de ti e desejamos-te um feliz aniversário onde quer que estejas, tal como dantes!
Já te disse hoje que gosto cada vez mais de ti?
ResponderExcluirE eu acabei por só me lembrar agora que te li. Desculpa, mas sabes que o meu dia foi um caos, não sabes?
ResponderExcluir(deixa, conheço bem quem as soprou com ela)
podes voltar a dizer amanhã, peixão?
ResponderExcluirnão tens que te lembrar...
ResponderExcluir(deve ter sido uma festança!)