
Ainda na continuação da saga de temas vitais para a Humanidade em geral e para os machos da espécie em particular, coloco-vos hoje perante mais uma daquelas questões relegadas para um segundo plano que a sua relevância no nosso quotidiano não permite tolerar.
Será fácil a qualquer dos nossos leitores mais exigentes rotular o presente post como mais um texto acerca de assuntos de merda, algo que de resto o próprio tema justifica por si, pelo que proponho a quem não defina as prioridades com o mesmo critério que passe de imediato ao post seguinte.
Contudo, e agora que conto apenas com quem confia na minha avaliação de pertinência, passo a desvendar o tema do presente e que incide na flagrante injustiça de não ser obrigatória a instalação de urinóis a par com as sanitas nas casas de banho dos apartamentos comuns. Parece secundário apenas para quem se senta habitualmente, mas nunca o será para quem, mesmo com uma bebedeira descomunal, tem que acertar a mira no espaço ridículo que uma sanita oferece para uma mija masculina como deve ser.
É que qualquer gajo sabe o quanto nos apraz usufruir desse momento de libertação sem condicionalismos e até não desdenhamos o movimento de vaivém para, por exemplo, desenharmos qualquer coisa no chão (solo arenoso serve melhor o propósito).
E a isto acrescentamos o abominável cliché, que estará até na origem de alguns divórcios, da tampa da sanita que só serve para estigmatizar gerações de pessoas com pila e criar mais um factor de pressão no momento de afinar a pontaria. Para o gajo que mija são demasiadas coisas em que pensar.
Assim sendo, e dado tratar-se de um constrangimento que enfrentamos diversas vezes ao dia, julgo que todos temos que pugnar pela melhoria das condições sanitárias para quem urina de pé. Não só porque a vontade que dá é um gajo aproveitar enquanto passeia o cão para se passear a si próprio atrás de uma árvore ou de um candeeiro de rua, mas porque mesmo as mulheres devem abraçar esta causa que lhes poupará tantos pingos que qualquer sacudidela mais vigorosa pode acarretar.
É uma questão humanitária de suma importância, contrariamente ao que se possa numa primeira análise pressupor.
E se não perceberem bem onde está o problema de nos confrontarmos com louça sanitária mal concebida, aberrante até, quase parecerá natural que passem a aceitar como solução generalizada, por exemplo, a que ilustro mais acima...
tens algum problema nas articulações? dobra os joelhos, senta-te e aproveita para descansar os pés!
ResponderExcluirPara fazer uma mijinha? Deve ser, deve...
ResponderExcluiro sentar é sempre discutivel... sentamo-nos onde?? no chao?? nalgum banquinho que por la exista?? mas dps ainda e mais dificil que o repuxo seja bem direccionado. mal por mal ficamos ali pela zona de pe e seja o melhor possivel.
ResponderExcluirmas aqueles vasos rectangulares compridos nas varandas e terraços sao uma maravilha
Atão e tu já viste, ó Santo, que um gajo para mijar sentado tem quase que enfiar o dito no... enfim... para conseguir um ângulo capaz? Isto não são coisas para levar de ânimo leve...
ResponderExcluir(Bem vistos, os vasos rectangulares. A uma avó minha estavam sempre a secar as plantas...)
Excepto o nem querr pensar em como será ter de lavar um urinól, nada contra. No entanto, e porque será complicado arrancar azulejo e instalar canalizações, tenho duas soluções para V. Ex.as os senhores mijinha de pé - um funil dos grandes, que tem a vantagem de ter pega e tudo, ou uma mangueira (qualquer meia polegada deve ser suficiente) e os meninos já se podiam divertir imenso a fazer xixis de repuxo. Se acham que isto não resolve tenho mais duas soluções - fraldas descartáveis ou uma algália.
ResponderExcluirUma algália??? Ó Chefa, se não gostas não estragues...
ResponderExcluirahahahahah.....
ResponderExcluirSó te queria poupar trabalhos...
Isso seria poupar os trabalhos à conta dos
ResponderExcluirvasos grandes??? ó gaijos aí de cima, no meu terraço jamé!!!
ResponderExcluirchefa, a ideia do funil é brilhante! não percebo porque tens que os humilhar com a mangueira de meia polega...
Dos quê?
ResponderExcluirDeves achar muito sexy, como diz a Gabs, a gaija sentar-se e ficar com a perninha molhada dos pingos que o gaijo deixou na tampa.
A algália parece-me até menos intrusiva que um nó na ponta da dita, que é o que nessas circunstâncias me apetece fazer.
(gaija, eles nem contestaram isso, reparaste?)
ResponderExcluirAlto lá, que eu levanto a tampa, sacudo com todo o jeitinho (é um órgão sensível e delicado) e esforço-me tanto para nunca falhar o alvo que até me inclino em ângulos impossíveis quando ele insiste em apontar para cima!
ResponderExcluirNão foi não contestar, foi a pessoa fingir que nem repara...
ResponderExcluirÉ que nessas coisas cada um/a fala de si.
:)
Tubarão, não me digas que sabes fazr o pino.
ResponderExcluir(pelos vistos só queres aprender a andar de patins, mas isso eu ensino que sou amiga...)
O pino? Mas tu achas que o meu aponta para o umbigo? Lá tás tu a exagerar nas expectativas...
ResponderExcluirvinha só comentar o post abaixo mas, Shark, há quem tenha encontrado a solução no dia em que, a acrescentar a isso tudo, ainda tinha de se haver com o balanço do barco: arranjou um tubo que vai direitinho do "aparelho" ao orificio! experimenta lol
ResponderExcluir(sim, a mãe tem fama de doida, portanto não admira que o gene tenha atingido o descendente)
Há no meio (salvo seja) de tudo isto um problema que me preocupa sobremaneira: porque é que os últimos parágrafos das tuas postas aparecem sempre com uma fonte diferente???
ResponderExcluirfalta de comida Calamity
ResponderExcluirem relação à fase líquida concordo plenamente, já em relação á fase sólida lembro-me dos meus temores nos países islâmicos de me desconcentrar e cair por ali abaixo,
ResponderExcluirAchas, Escarlate? Não sei, acho que estás a projectar... Não te dão de comer lá no tasco onde bules? Isso é exploração da classe operária!
ResponderExcluirOlha, passa lá em casa, há couscous com legumes e 'moose' de chocolate prá sobremesa
ResponderExcluirTambém posso ir Calamity?
ResponderExcluir(se bem que falar em mousse de chocolate num post destes pode parecer um eufemismo qualquer...)
e se lá fores, vais ver que não sendo eufemismo, não deixa de ser uma figura de estilo (ainda estou a ver se me lembro qual...)
ResponderExcluirE és muito bem vinda ao tasco, melher
ResponderExcluirOlha que já lhe conheço os cantos...
ResponderExcluirOube lá, podes beber um copo. É de graça!
ResponderExcluirmasquestamerda?
ResponderExcluirjá vão nos copos? é só para a chefa? não sou ninguém nas vossas vidas, não???
Bem, eu de copos também gosto...
ResponderExcluirlá teremos que ir os dois para a casa do douro, tubarão! já abandonaram o tasco...
ResponderExcluirJá estou a dobrar o pijama e a engraxar os sapatos.
ResponderExcluirpijama? vai para os copos de pijama???
ResponderExcluirNada disso, é para não deixar estas coisas por fazer. Não é já amanhã ou assim?
ResponderExcluirPsst, ó do Pijama, guarda lá os chinelos que há gente de bem por aqui.
ResponderExcluirGaija, tu também és daquelas do só um passo e pronto? A fazeres-te assim ao tubarão... Ai, ai...
Ora, meninos, há sempre um copito para vós no tasco da Calamity. E contratei um eminente cozinheiro (sueco) para confeccionar umas deliciosas iguarias...
ResponderExcluira fazer-me aos copos...
ResponderExcluir(imbejosa...)
o sueco assustou-me, cj. é o dos marretas?
ResponderExcluirCom tantos copos depois digam que ficam todos aflitinhos... e lá volta a conversa ao tema inicial...:o)
ResponderExcluirÉ pois, gaija. A malta convida, tu não apareces...
ResponderExcluirEu aparecia, desde que não tenhas dessas sanitas da foto, essas a nós é que não dão jeito nenhum.
ResponderExcluirGabs, as (felizmente poucas) vezes em que tive de usar uma sanita dessas (designadas turcas, se não me engano), fiquei tão traumatizada que espero nunca mais vir a cruzar-me com uma!
ResponderExcluirA minha sanita é a tua sanita. Podes... enfim, usá-la à vontade. É só uma por isso não fiques por lá a ler, ok?
nunca viste uma sanita turca, cj. são um ragalo de tecnologia! por cá chamamos a estas caçadeiras, ou à caçador, não me lembro, mas é qualquer coisa assim...
ResponderExcluir(porque temos que ter esta conversa???)
Gaija, agora sou eu: obrigada!!! Eu precisava desta gargalhada.
ResponderExcluirPorque esta conversa ainda é umas das mais limpinhas que se pode ter.
ResponderExcluirTenho estado a ler jornais e a ver as notícias...
eu também... tal e qual!
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