Introdução
Na impossibilidade de contarmos com um tratado por parte de quem domina alguns temas do interesse geral, resolvi avançar com a alternativa com que um leigo pode preencher estes espaços brancos na programação de qualquer blogue.
A leitura deste pequeno ensaio não dispensa a consulta de posteriores e mais abalizadas dissertações por parte de quem possua o know how que as legitima.
_/ /_
A sua imprevisibilidade tem impedido, salvo raras excepções, uma previsão rigorosa na sua ocorrência. De facto, explicar o fenómeno acaba por constituir um exercício de especulação sempre que alguém tenta ir além da explicação mais óbvia e simplista: pode ou não ocorrer, é influenciado por inúmeros factores endógenos e exógenos (alguns assumem-se como verdadeiros imponderáveis) e é cada vez mais indiscutível a sua relevância enquanto válvulas de escape para diversos tipos de pressão.
É inegável que não constituem mais do que a manifestação à superfície de processos originados no interior, sendo essa uma questão que explica a dificuldade na identificação concreta do que afinal os origina. Estudos levados a cabo indiciam a sua propensão para acontecerem quando estão reunidas determinadas condições que, contudo, variam em função de realidades tão distintas como a procura natural do equilíbrio nas pressões a que aludi ou a simples reacção a um estímulo de origem externa, a um abanão na estrutura que pode despertar o fluxo energético latente.
A essa libertação de energia podemos associar uma tendência efusiva ou mesmo explosiva, o que se explica pelas características intrínsecas (caso a caso) do palco da ocorrência. Existirão até verdadeiros simulacros dessa prodigiosa e sempre espectacular manifestação da natureza, ao ponto de conseguirem iludir os mais entendidos, mas que não constituirão mais do que autênticos “ensaios” para as ocorrências propriamente ditas e que, regra geral, acabam por se verificar noutros locais e com diferentes protagonistas e espectadores.
Ou seja, é quase aleatório (embora possa, comprovadamente, ser influenciado pela intervenção mais adequada).
Ainda assim, é ponto assente que sendo relativamente simples a respectiva definição é quase impossível a sua determinação exacta e isso explica-se pela multiplicidade de condicionantes que podem impedir ou, por outro lado, suscitar de forma decisiva a sua concretização. Os mecanismos da sua formação revelam-se complexos e tão variáveis que inviabilizam uma abordagem universal a cada um destes episódios que desde sempre fascinaram a Humanidade e têm sido foco de acesas polémicas e discussões.
Por isso seria sem dúvida arrogante da minha parte falar com certezas absolutas desse fenómeno tão complexo que são os vulcões.
Brilhante.
ResponderExcluir(com direito a gargalhada no fim, o que, no dia de hoje, é absolutamente assinalável)
Estou cá para isso mesmo, honorável parceiro.
ResponderExcluirConte comigo sempre que a sua agenda o transtorne nalgum tipo de afazeres.
;)
santo, tu também dás música ou vais directo ao assunto?
ResponderExcluirTss Tss...
O quê, o Santo também é um entendido nesta matéria?
ResponderExcluirComo é que eu posso não fazer má figura no blogue destes?...
(num blogue destes)
ResponderExcluirPelos visto por aqui são só entendidos... parece-me é que é um conhecimento muito pouco empírico.
ResponderExcluirÒ Chefa, por acaso cometi alguma imprecisão?
ResponderExcluirnão podes, ou não devias, tubarão. a verdade é que suminho que é bom, nada! vulcões? por onde andaste? que crateras visitaste e que lavas te queimaram? é certo que estás mais perto do tema proposto, mas ainda assim...
ResponderExcluirsantinho, se for para andar aqui às voltas que nem um carrocel oito, deixa-te estar!
Nem uma. Percebes bué de vulcões.
ResponderExcluirShark, é impressão minha ou as nossas parceiras de blog desconhecem o conceito de preliminares?...
ResponderExcluirvisconde, não ponha a carroça à frente dos bichinhos... pelo que diz, talvez saiba onde está a ignição, talvez suspeite onde estão os pedais, mas não faz ideia como pôr o carro a andar!
ResponderExcluirNão diria que desconhecem o conceito, caro Visconde, até para não ferir as susceptibilidades das piquenas.
ResponderExcluirSerá talvez uma evidência daquilo a que a Chefa apelidou de "conhecimento muito pouco empírico"...
(Algo a que somos alheios, dada a insistente manifestação de disponibilidade para atender a qualquer precisão das nossas prezadas colegas de blogue.)
Visconde, nós só estamos a zelar para que não façam má figura, que nunca permitiriamos que dissessem mal dos nossos caros colegas de blog. É que há que convir que por aqui não abundam os rapazes novos e tantos e tão longos preliminares poderão não ser muito adequados ao vosso fôlego acabando por impedir que o barco chegue a bom porto.
ResponderExcluir(Jovem senhora do norte, está visto que hoje está apostada em derrubar uma lenda viva...)
ResponderExcluir(pode estar viva mas mexe-se pouco. a lenda.)
ResponderExcluirÒ beleza tripeira: eu falei de vulcanologia sem pretensões a conhecedor do tema em apreço. Querias o quê? Uma tese?
ResponderExcluirSe queres aprender alguma coisa comigo acerca destes e de outros assuntos tem que ser com testemunho presencial. Sou muito mais tímido a escrever...
(Vês, Chefa? É simultâneos uns atrás dos outros...
ResponderExcluirComo é que ainda pões em causa o meu voto na matéria?)
nada disso, visconde. apenas gosto do preto no branco e leio sempre as letrinhas pequenas! compreendo o seu esforço, o seu empenho em lá chegar, mas...
ResponderExcluirVisconde, não estava com problemas de agenda? É que o tempo que anda aqui a gastar com estes preliminares que não levam a lado nenhum podia ter sido aproveitado para uma posta rapidinha, ou o senhor Visconde é pouco hábil a escrever depressa e bem?
ResponderExcluirFoi assim um simultâneo de fim de tarde...
ResponderExcluire começamor por onde, tubarão? pelo vesúvio ou pelo etna?
ResponderExcluirchefa, tem paciência com o visconde. se com tempo é o que se vê olha lá com rapidinhas...
ResponderExcluiro que não se vê, gaija, o que não se vê, que conversa é muita mas ainda não vimos nada...
ResponderExcluir:)
ResponderExcluirComeçamos pelo dos Capelinhos para evitarmos o problema da língua.
(Tenho o italiano um pouco enferrujado...)
Vais correr os capelinhos com a gaija? Isso não me parece muito adequado...
ResponderExcluiré isto! quer uma gaija mostrar-lhe o mundo e o gaijo não sai da terrinha...
ResponderExcluirNão saio da terrinha? Contigo vou até ao Fujiyama se necessário...
ResponderExcluircortes, é o que é...
ResponderExcluirpois... logo para um extinto...
ResponderExcluirEu gosto de desafios sérios.
ResponderExcluirNão te achas capaz de o ressuscitar comigo, Gaija?
:)
Pois é, menina Gaija do Norte, hoje é quarta, também estás livre? Bora aí acender os bulcões... vou aí acima num instante, se tiveres os tais xouriços e broas...
ResponderExcluirtubarão, este é um assunto dos bem vivos. deixa lá estar o morto...
ResponderExcluirgabs, a tua vida tem que tomar um rumo! se eu estiver livre, tem lá paciência mas não vai ser contigo que vou partilhar a broa e os chouriços... faz crochet, telefona a uma amiga sensata, faz qalquer coisa que realmente te anime e te transporte para a realidade.
ResponderExcluir(já agora, o que são bulcões?)
bem, vocês falam e eu faço que alguém tem que fazer alguma coisa pelos gatos. Mas não foi de parka meu caro não se preocupe, estou cK.
ResponderExcluirOlha uma nega duma gaija!
ResponderExcluirEstás velha, queres o aconchego da tua casinha....e a net...
Z, estive à tua espera. Viste isto?
ResponderExcluirhttp://dn.sapo.pt/2009/01/21/sociedade/chuva_ainda_chega_para_encher_barrag.html
(Dá trabalho deixar o link...)
A gaija hoje já tinha um encontro marcado. Vai jantar fora e bem acompanhada. Posso garantir que o gajo é giro porque já o vi e sei que para além de bom cozinheiro fez, pelo menos, uma coisa muito bem feita...
ResponderExcluir(verdade ou mentira, Tubarão?)
(Não te sei dizer, não faço ideia de com quem a Gaija janta...)
ResponderExcluirMas ela mandou a justificação para a falta. Não recebeste?
ResponderExcluirÒ chefa, ela a mim não dá satisfações acerca das suas faltas. Tu é que és chefa, eu sou apenas um colega de blogue...
ResponderExcluirAh bom, se é assim... julguei que não gostava de mim para amiga.
ResponderExcluirincrível: "se o tempo seco, como o de Dezembro,"
ResponderExcluirbem, mas hoje estive ali a ver e o caudal da Cai Água estava forte.
Eu também não sei se acredite no que eles dizem, amo o meu país mas estou mesmo a precisar de mudar uns tempos, só restauro a inocência algures,
mas não te preocupes que o meu feeeling não engana, não vai haver seca este ano e já agora pode chover à noite
Pronto, Chefa, eu sei que ela está com o abençoado...
ResponderExcluir:)
coisa que tu, tubarão, nunca serás... raistaparta!
ResponderExcluirDesculpa...
ResponderExcluir:)))))))))
Tubarão, este desculpa vai ser emoldurado. Tanto paleio sobre vulcões e depois dás-me assim, sem aviso prévio, um orgasmo deste calibre...
ResponderExcluirestou velha sim, gabs, madura, sensata (tanto quanto é possível...), feliz e muito bem conservada! saio porque quero e não porque me falta alguma coisa :)
ResponderExcluiro gaijo é muita giro, não é chefa? e hoje estava de chorar por mais!...
ResponderExcluirtubarão, ou há democracia ou comem todos! também quero desses que deste à chefa.
ResponderExcluirGaija lá por jantares com gajos giros não sejas gulosa. Destes é só para mim.
ResponderExcluirestá bem, então! eu fico com os outros ;)
ResponderExcluirUps... Alto e pára o baile, que dos todos tiras um, ai tiras tiras..
ResponderExcluirNão se esgatanhem, raparigas, que a coisa bem orientadinha rende à brava...
ResponderExcluir:)
(tou armado em vulcanólogo, ainda me lixo...)
ResponderExcluirolha o peixe armado em benemérito! não preciso, dá à chefa.(engraxador!)
ResponderExcluirAtão, Gaija, mas os que são para ti não são os mesmos da Chefa. Ou eu percebi mal?
ResponderExcluir:)
Mas eu também não preciso nem ando por aí na pedinchice...
ResponderExcluir(Eu já sabia que ia dar nisto... Ò inclemência!)
ResponderExcluirPodem-me deixar fora disso faxefavor?
ResponderExcluirVamos fazer assim, eu e a gaija lutamos na lama e quem ganhar escolhe. boa?
ResponderExcluirolha ca noijo! o que não falta por esse mundo fora são vulcanólogos...
ResponderExcluirAi há muitos? Ainda bem, que eu não quero que vos falte nada...
ResponderExcluire um vulcanólogo é mesmo o que me está a fazer falta. Um vulcanólogo e um egiptólogo que gosto deles aos pares..
ResponderExcluirtemos o céu, o CÉU, à nossa espera!
ResponderExcluirvou ter que te levar às compras outra vez?
ResponderExcluirOk, simpática, também não foi grande saída se estavas aqui a dialogar na net... Claro que se sai porque falta algo, não é preciso ser madura para perceber isso. A não ser que sejas casada, ou tenhas companheiro...
ResponderExcluirmas pq e q eu caladito e sou chamado a estes assuntos heyn?
ResponderExcluire pimba... kpk
ResponderExcluir(ou quase)
pois! és caladito mas chegas e pimba...
ResponderExcluirai tu guardalas... guardas guardas.... inda não me perdoaste o caladito....
ResponderExcluir(de facto, fala por sete!)
ResponderExcluirisso é um protesto gaija?
ResponderExcluirbem... isto é o que se chama ser preso por ter cao e ser preso por ter gato... bolas...
É como o homem, o rapaz e o burro.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirnão é protesto nenhum! é uma alegria, isso sim :)
ResponderExcluir