Vi-os chegar. Traziam sacos de supermercado e uma árvore de Natal. Estão a tentar entrar em minha casa pelo quarto do meu filho. Será que querem partilhar a árvore comigo? Será que se sentem sós? Será que estão a fazer baixo-relevo com o martelo hidráulico e eu não percebo nada de arte? Será que acham o quarto pequeno e o querem expandir? Será que as crianças estão a brincar? Será que estes vizinhos ainda vão ficar aqui ao lado muito mais tempo?
Se andam a fazer obras só para montarem a árvore de natal bem podes preocupar-te que eles não saem tão cedo...
ResponderExcluirainda não consegui perceber nada. dar cabo da paciência dos vizinhos também é violência doméstica?
ResponderExcluirViolência doméstica é isso! Vizinhos assim, que numa tarde desta, não sabem estar quietos e sem fazer barulho. Isso é que é. Queixa-te deles!
ResponderExcluirnão gosto de confusão, muito menos com vizinhos. este prédio era um descanso...
ResponderExcluirSe o gajo só vai a casa de quinze em quinze dias não querias que fizessem barulho? desmancha prazeres, é o que tu és...
ResponderExcluirvamos por partes, chefa.
ResponderExcluirele vem a casa de quinze em 15 dias, é verdade, mas tem que ser de martelo hidráulico?
Tás a ver o calo que se forma? Tás? É claro que tem de ser...
ResponderExcluircalo? em quinze dias? é triste, mas não dá para ganhar calo. a não ser... (não quero pensar mais nisso!)
ResponderExcluirvá lá... partilha comigo esse teu pensamento pecaminoso...
ResponderExcluirSim, sim.
ResponderExcluirPartilha, partilha!
não queiram saber, não era pecaminoso. esses eu partilho com gosto!
ResponderExcluirEntão partilha essse pensamento casto... Ou seria um pensamento ca noijo?
ResponderExcluirNão percebo essa lingua de bifes, a tua zona é qual, colega?
ResponderExcluiresses teus vizinhos são muito esquisitos. No meu patamar somos 4. Mas o da frente nunca está cá, a do outro lado só incomoda pois tem sempre cozinhados suculentos, e a velhota do lado crava-me umas compras do continente. mas tb já me emprestou leite...
ResponderExcluireu gosto é dos meus vizinhos de patamar... nem sei quantos são...
ResponderExcluireu gosto dos meus vizinhos todos... menos dos de patamar!!!
ResponderExcluire eu gosto muito da minha vizinha que vai despejar o lixo de calcinha de pijama.
ResponderExcluir(só me lembras cenas tristes!)
ResponderExcluira tua vizinha fugiu com o caixote?
ResponderExcluir(não, mas não a quero imaginar em pijama!!!)
ResponderExcluireu gosto de as ver com aqueles com punhos na camisola e na calcita. acho que ficam muito elegantes.
ResponderExcluirum dia perco a vergonha e conto uma história de um pijaminha desses...
ResponderExcluirconta... conta... conta...
ResponderExcluireu tb devo ter vizinhos... qq dia paro em casa um tempinho so pa saber disso.
ResponderExcluirconta... conta... conta...
Agora pelas calças de pijama com punhos na calcita... uma vez nas Olaias apareceu lá o Jorge para dormir , levava um amigo, e eu com um pijama turco desses... Deve ter sido por isso que ficámos as duas no mesmo quarto...
ResponderExcluirO Jorge? Qual? O Jorge T? não me lembro nada..
ResponderExcluirnão deve, gabs, foi por isso de certeza! um pijaminha turco já é o que se sabe, com punhos, então...
ResponderExcluirmelhor que isso só o tal punho entalado na meia para dormir... meia branca com ráquetas de lado.
ResponderExcluirAHAHAHAHA
ResponderExcluiragora eu devia por aqui a fotografia de um que eu conheço que foi para a cama parecia um astronauta... dizia que era por causa do frio, que entrava por todo o lado, mas o que é certo é que eu nunca mais fui a mesma mulher!!!
e eu devia pôr a fotografia de outro que se levantou a meio da noite e fugiu para casa, a mais de 70 quilometros, de pijamita e chinelos. o mesmo que no dia a seguir estava a telefonar para uma tal de Luiza que, surpresa!, era eu... continuo a mesma mulher e ainda hoje me rio...
ResponderExcluirbem, esse ainda devia ter alguma virtude...
ResponderExcluirzero.
ResponderExcluir(ahh, já sei...)
ResponderExcluireste tinha uma virtude, mas depois daquela visão dantesta desapareceu!
este tinha possibilidades, mas poucas
ResponderExcluiro problema deste não eram as possibilidades, antes as impossibilidades...
ResponderExcluir