Percorro o cais ansioso no limite da minha visão periférica, enquanto descarrego o lastro remanescente da última viagem à tua presença simbólica.
Sem pressa, constato entretanto que à falta sentida se sobrepõe uma fé esquecida nos confins de um bau.
Como um mapa carcomido pelo tempo, demasiados espaços em branco ao longo do caminho que se poderia traçar em teoria.
O tesouro que representa o renascimento de um homem saturado de monólogos medievais, de conversas desperdiçadas com os botões de camisas outrora desapertadas com enorme destreza pelas tuas mãos.
E a ansiedade desvanece na minha mente como a neblina no horizonte na agonia da madrugada à mercê do sol a nascer.
Eu fixo o olhar numa estrada, recordo a euforia passada e o meu corpo transforma-se de repente, masculino, num imparável acelerador.
(com a neura com que estou era mesmo este partir à chegada que precisava de ler... )
ResponderExcluiré o que diz a gaija, depois de ler um post teu fica-se num estado de torpor em que não se diz nada porque tudo se baralha cá por dentro...
Eu é que sei do que te faz falta.
ResponderExcluir(wordless)
ResponderExcluirhan?
ResponderExcluirCasa Sonotone...
ResponderExcluir(mute)
ResponderExcluirnao é o ouvir pa, é entender. deixam gajos burros vir pr'aqui... bem feita
ResponderExcluirAtão, parceiro, apanhei-te em contrapé?
ResponderExcluir:)
Então experimenta ler imagens e interpretar emoções e deixa a lógica de fora.
ResponderExcluirah... isto pode ter bonecos é? podias ter comecado logo por ai...
ResponderExcluir(de fora de quê? não o viste a escrever numa caixinha dessas que tem paixões racionais?!!...)
ResponderExcluir(Paixões racionais não existem.)
ResponderExcluirDesculpa, Santo, pensava que não perdias tempo a ler estas tretas, pá...
se é paixão, não é racional (ponto)
ResponderExcluirnem mais! e ponto outra vez.
ResponderExcluire quem achar o contrário é só mesmo porque não sabe o que é estar apaixonado
ResponderExcluirhoje parecemos o Dupond e Dupont...
ResponderExcluirE eu, fico de fora?
ResponderExcluirnops... fica por aqui que a Castafiore pode estar a chegar...
ResponderExcluirtás armada em apregoadora da desgraça?
ResponderExcluirAgora vão haver catastrofes em todo o lado?
Olha que a Castafiore sempre teve um fraco pelo Hadock
ResponderExcluir(e claro que não perco tempo a ler estas coisas.... por isso que dps tenho de por uns comentarios meio aparvalhados para nao se perceber isso)
ResponderExcluirmas agora por isso... o que é que não existe?? o q é q é incompativel?? ponham os pontos que quiserem, mas isso é treta.
Olha olha... sabes que pela boca morre o peixe não sabes?
ResponderExcluirSanto: não sigas por essa estrada...
ResponderExcluirbem, alem do espirito de contradicao que se me dizem que é pa nao fazer ate da dó nao meter logo por aí, desta vez tou mm convicto que tenho razao (o que tb nao e novidade...)
ResponderExcluirQuais mãos, hem????
ResponderExcluirE pronto, voltei a ficar à toa....
ResponderExcluirmâos???
No post, ele fala numas mãos e não sei quê... podia frazer uma BD...
ResponderExcluirAs mãos são as de alguém com jeito para lidar com botões.
ResponderExcluirE com fechos eclair também.
:-)
Ah... eu tenho. As vezes ando por ai de braguilha aberta,mas são uma porcaria de calças que tenho e até são da Massimo Dutti, mais valia ter comprado nos chineses.
ResponderExcluirNos chineses? Ò please...
ResponderExcluirO post... o tema da memória das paixões passadas mas não esquecidas, que deixam uma melancolia no presente solitário? A fuga carregada de simbolismo no automóvel que representa o presente em direcção ao futuro, esquecidas as ansiedades e renovada a fé?
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