Bom Domingo!












Relações múltiplas, simultâneas e consentidas. Não é só sexo. Sexo e afecto. Amores múltiplos. Poliamor. Um conceito novo para uma prática que sempre terá existido e que desafia um dos tabus maiores da nossa sociedade: a monogamia.

Uma nova forma de conjugalidade, sem exclusividade afectiva e sexual e com igualdade de direitos. O que significa que não há lugar para traições, ilusões ou infidelidades. Porque ninguém é enganado.

Não se trata de apenas sexo, como acontece com o swinging ou a infidelidade sexual consentida, em que os envolvimentos emocionais estão proibidos. No poliamor (ou polyamory), a afectividade é a dimensão mais importante.

"O poliamor retira o peso excessivo ao sexo", defende Ana ou Antidote como é conhecida no activismo do poliamor ou da não monogamia responsável. E acrescenta: "O mandamento da monogamia, da exclusividade, é substituído pelo mandamento da honestidade: não pode haver ninguém enganado".

Para brincar só conhecia as Poly, aquelas bonecas pequeninas, ar idiota e muitos apetrechos, mas este Poly aqui parece muito mais interessante que vestir, despir e passear de carro bonequinhos de plástico com dez centímetros de altura.

E escusam de me agradecer a dica que, como sabem, faço tudo para vos ver felizes. Recomendo uma visita ao site do Poliamor Portugal porque, como dizia a outra, não se deve negar à partida um gozo que se desconhece e as tais gémeas suecas parecem-me uma coisa muito sensaborona ao pé desta verdadeira torre de Babel.

20 comentários:

  1. Então descobriste os encantos do trabalho em equipa, hã?
    :)

    ResponderExcluir
  2. Isto é uma mera pesquisa laboratorial e isenta...

    ResponderExcluir
  3. é só ciência nessa cabeça! é só ciência...

    ResponderExcluir
  4. olha se o nosso santo é racional nas paixões eu sou nas pilas...

    ResponderExcluir
  5. ehehe,

    pois, um problema difícil amar na multiplicidade, mas é melhor do que mentiras pegadas

    ResponderExcluir
  6. eu ainda acho que o santo trabalha muito e anda muito cansado. vem cá porque tem saudades nossas, mas como está cheio de sono diz assim umas coisas...

    não sei se não prefiro as mentiras... ou as omissões... às vezes não sei nada!

    ResponderExcluir
  7. omissões está bem, mentiras é que roem a confiança e atraem cargas muito polarizadas

    se não podemos ter confiança na palavra da pessoa que amamos começa tudo a ficar tremido, mesmo que se perdoe

    ResponderExcluir
  8. Também não suporto que me mintam. E nem é tanto por isso pôr em questão a honestidade do outro, de ladrão e de louco todos temos um pouco, mas pelo que isso me indica que o outro pensa de mim e da minha falta de capacidade de compreendimento da verdade ( o que é diferente de compreensão...). E quando pôem em dúvida a minha capacidade de pensar e perceber está tudo estragado.

    ResponderExcluir
  9. eu é mesmo começar a duvidar do que me dizem, porque eu compreendo as infidelidades, embora eu pessoalmente possa ser estupidamente fiel durante um bom tempo,

    hoje foi um dia bom :)

    ResponderExcluir
  10. a mentira vista assim, também não suporto, chefa. e também é como tu dizes z, duvidar do que nos dizem tira-me o sossego. hehehe também compreendo a infidelidade, continuando a minha fidelidade...

    ResponderExcluir
  11. Mas é isso que estou a dizer... se compreendo a infidelidade do outro, continuando a ser fiel, mas isso é outra questão, não aceito que ponham em dúvida a minha capacidade de perceber. Se pôem é porque não me conmhecem se não me conhecem muito obrigada mas não me interessam..

    ResponderExcluir
  12. (antes do lethos um nadinha)

    pois Teresa isso também está bem visto. O problema é difícil porque muitas vezes é para não magoar, e para não perder, quer-se ter tudo, perde-se tudo, será?

    Por acaso eu gostava de falar disto com calma e profundidade, mas hoje não dá, além de estar rebentado estou com a cabeça noutro lado,

    e o gostinho :)

    ResponderExcluir
  13. mas o melhor de tudo é mesmo o afecto, o sexo é matéria instrumental a propósito de derrubar limites, territórios

    puto lindo, estava com medo o peludinho

    bem meninas, fiquem bem e até amanhã

    para a gaija:

    1/2 cbacalhau espiritual
    1/2 arroz de pato

    saudades das tortas

    PS: ando a relêr o Dinheiro do Galbraith, por causa da crise

    ResponderExcluir
  14. muito boa, a do bacalhau.
    do pato, não sei. sou incapaz de comer...


    fazes-me rir, z! noite boa.

    ResponderExcluir
  15. 1. a imagem é repugnante.

    2. eu pratico o poliamor com a pessoa com quem estou. nem sequer vejo qual a incompatibilidade entre o 'mandamento da honestidade' e o 'mandamento da monogamia'. escapa-se-me a profundidade de tal raciocínio.

    ResponderExcluir
  16. Nem eu.
    Ahahahahah.
    (e agora troca a ordem disto..)

    ResponderExcluir
  17. Bem, eu ia dizer o mesmo

    1. a imagem é repugnante.

    2. poliamor, não me desagrada se fôr platónico, mas conseguir arrebanhar todos os que se gostam...de uma forma sem ser platónica...tenho de ler isso.

    ResponderExcluir