Aqui sim, cheira férias! O sol enche-nos até à alma, o mar está chão, o areal quase deserto. Encontro quase tudo na mesma: os verdes, milhares tons de verde a perder de vista, as sebes de hidrângeas, as nascentes, os riachos, as lagoas, as vacas (que já vão sendo uma constante nas minhas férias!) e as cabras também pois claro, mas estas em muito menor número. Não que se trate de uma espécie em vias de extinção, não senhor, mas porque não andam por aí a procriar à fartazana, correndo o risco de misturar e até enfraquecer os genes que as distinguem. As pessoas sorriem-nos, mas ainda não percebi se será por simpatia, por educação ou, a hipótese mais aceitável, porque não percebem metade do que dizemos! É muita pronúncia do Norte junta... e eu sinto o mesmo em relação aos nativos. Por vezes chegamos a um acordo surdo, sorrimos e acenamos, e pedimos a quem está lá em cima para não estarmos a concordar com nenhuma barbaridade, outras vezes lá nos resolvemos a falar todos d e v a g a r...Os miúdos estão felizes, os graúdos na engorda, e eu comecei finalmente a ganhar cor!
Um sítio que tem o meu nome só podia ser bonito...
ResponderExcluirE cavacos, já comeste cavacos?
Mas só agora reparei... Como queres que te percebam, ó gaija, se chamas hidrângeas às hortênsias? Assim nem eu te percebo... Já agora chama também magnólias às nêsperas e estrujido ao refogado e depois queixa-te...
ResponderExcluirComo verdadeira transmontana, também digo hidrângeas e estrujido. A minha cara de espanto qd cheguei à capital (há 17 anos) e percebi q precisava de legendas para me fazer entender... Principalmente qd partilhava receitas gastronómicas. No entanto magnólias pr nêsperas... não senhor, nunca ouvi. É um termo usado no norte?
ResponderExcluirUm grande LOLOLOL para si Teresa. Assim está apresentadíssima. E deixe a gaija do norte gozar as férias em paz, não vá alguém reconhecê-la. Veja lá, eu até conheço este areal. Boas férias gaija.
ResponderExcluirParece que magnólia so se usa no Porto, que lá nêspera tem outro significado.
ResponderExcluirMas eu também uso alguns regionalismos,e bem estranhos, dado que o meu pai era da beira mar e a minha mãe da serra, o que juntou duas formas de falar muito diferentes. Fiquei com fagulha por caruma, deburcar por virar, missagras por dobradiças e mais umas quantas assim...
Ainda bem que estou apresentada, que nunca gostei de anonimatos. Pena não saber com tenho o prazer de estar a falar, mas a vida é assim - injusta!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirTantas injustiças, mas tantas... Algumas, por acaso, até são muito justas e, dessas, tenho cá um reportório que uma caixa de comentários não chegava...
ResponderExcluirMas os peixitos pequenos, que ficam na areia por ninguém os querer, são assim - quanto menos ar têm mais a boca abrem. São giros.
De qualquer maneira, obrigada pelas visitas e pelos comentários. É sempre interessante saber que somos irresistíveis...
é não é Teresa? O ego até cresce....
ResponderExcluirO ego, o sitemetter... é tudo a somar..
ResponderExcluirDesculpem lá, mas... fiquei baralhada, é q n percebo nada de nada. Perdí alguma coisa?
ResponderExcluirSumaca,
ResponderExcluirNão perdeu nada, foi só uma troca de impressões com um anónimo qualquer e uns comentários apagados que, se esta casa também é minha, reservo o direito de admissão..
Como se diria lá de onde venho, "sacanas"... e isto não deve ser um regionalismo, mas era muito usado lá em casa.
nada Sumaca, aqui é mesmo o granel, por isso é tão bom
ResponderExcluire granel é mesmo a palavra certa...
ResponderExcluiró gaija, faço minhas as palavras do Tubarão ( estás bom, guru?):
ResponderExcluir- Não se aparece na caixa de comentários dos posts que se escrevem??
Olha a placa... compra a placa!!...
boas férias gaija!,
ResponderExcluireu também passei a dizer testo em vez de tampa, porque acho mais engraçado, agora fagulha em vez de caruma dá fogo!
e pastelão em vez de omeleta também gosto
também uns dizem aloendro e outros cevadilha, mas não faz mal
Também digo testo e cevadilha.. e fagulha não largo, que memórias são assim, mesmo que larguem fogo..
ResponderExcluirPastelão e omeleta (omelette) é diferente, ó zzzz... pastelão tem batata ou arroz, omelette só tem ovos e "conduto".
e sertã em ves de frijideira
ResponderExcluirera vez...
ResponderExcluir(Tou bem, obrigado. E tu, beleza?)
ResponderExcluirEu não vou comprar uma placa. Provavelmente vai ser o computador todo que eu não sou gajo para meias medidas.
Irresistível, sem dúvida.
ResponderExcluirSe eu fosse um comentador anónimo não me escapavas, era trollada que fervia até te renderes ao meu charme cobardolas...
E o post, ninguém comenta o post?
ResponderExcluirE era o 22, nhanhanha...
ResponderExcluir22
ResponderExcluircabrão!
ResponderExcluirò shark... tu não tás todo trocadinho nem nada? Ou estás a falar sozinho? Ou então sou eu, serão efeitos da sangria do jantar?
ResponderExcluirSenhor cabrão que o respeitinho é muito bonito... :-)
ResponderExcluirE por falar em comentar o post, era interessante termos uma ilustração das novas cores da nossa Gaija do Norte.
Trocadinho porquê, minha jóia?
ResponderExcluirahh foste tu? Então é cabraozinho...
ResponderExcluiresquece shark, foi a sangria, quem está toda trocada sou eu. Estava habituada ao granel, depois veio a calmaria e eu habituei-me, voltou o granel... não há bio-ritmo que aguente e a net aqui é alentejana.
ResponderExcluirdão-me tanto trabalho... nêspera é um fruto e magnólia é uma árvore que dá flores antes das folhas. digo estrugido e certã, omelete não é pastelão, que leva salsa e cebola picadas, chouriço e batatas às rodelas fininhas no fundo. fagulha e caruma não são a mesma coisa, e também digo testo!
ResponderExcluircontinuo nun pc emprestado que me obriga a martelar em vez de teclar ou as palavrassaemtodasjuntas... não sei do que sofre o meu, mas provavelmente não se dá bem com a boa vida! azar o dele (e meu... chuif...)
sumaca, obrigada pelo apoio. às vezes é mais difícil fazer-me entender... e aqui nunca se perde nada, entra-se com o comboio em andamento, e nunca chegamos à estação de destino previsto :)
muito bem... enquanto a gaija ana anda pelo alentejo, a gaija do norte anda pelos açores, a gaija teresa pelos algarves, a gabsgaija talvez também pelo algarve o resto do gajedo anda por aí espalhado. a net torna todos estes lugares tão próximos que por vezes até apetecia convidar o pessoal para ir beber um copo ali ao botequim, na esquina da eduardo mondlane com a julius nyerere...
ResponderExcluirSó agora é que percebi que o cãopeão é o nosso arrebatador!
ResponderExcluirÒ Zé, pá, recebe um ganda abraço e a certeza de que eu era homem para alinhar contigo nessa farra.
Foi sem querer, Ana.
ResponderExcluirO 33...
é que é já, zé!
ResponderExcluirahahahahah... e o que me divirto com isto...
ResponderExcluirShark, quando estiveres com dúvidas tu liga pazinho, que eu esclareço... qualquer coisa, que se já tive de explicar o que era um ... pois... um... alfinete de peito... à minha filha, também te explico que o José é o arrebatador...
Cabrão é nome de que gosto e se vocês, seus arrenegados, tivessem lido o vosso blog já sabiam isso...
http://cabradeservico.blogspot.com/2007/12/umbiguismos-i.html
Gaija, sempre ouvi dizer que no Porto, ou melhor, no Bolhão, não se dizia nespera, mas tu lá sabes.. e digo testo e estrujido e sertá omelette e pastelão (que não é o mesmo...)
Zé, se o Tubarão pode dar um abraço eu também posso... e sim, estamos todos por aí mas também estamos todos aqui e isso faz a tal diferença.
Anónimos, QED.
Ana, faltaste tu, mas com tantas capicuas deves ter o papo cheio..
ResponderExcluirnêsperas são magnórios e quem os dá são os magnoreiros...
ResponderExcluir(agora é que percebi onde não entravam as magnólias...)
magnórios e magnoreiros ainda é melhor.... e estou a segurar a barriga de tanto rir.. ainda bem que as gaijas estão acordadas... Já agora faz um favor e explica o que é nespera...
ResponderExcluirjá agora, gaijedo e gajedo, sou o arrebatador porquê? essa escapou-me! quem me dera... um gajo tão fácil como eu (e ele a dar-lhe e a burra a fugir!!!). grande shark, e compª lda, venha de lá esse abraço... e essa da nespera acho que não é muito católica lá para os lados do bom sucesso...
ResponderExcluira do arrebatador tens de perguntar à @na, que foi ela quem te crismou, mas tem a ver com o teu nome... se bem te lembras inscreveste-te aqui com o primeiro e ultimo nome, agora é que cortaste, e deu nisto - ..... arrebatadora!
ResponderExcluiré arrebatador das moitas sim senhor. Tá baptizado tá baptizado e ninguém lho tira porque lhe foi posto com muito carinho.
ResponderExcluirareia de basalto ezquenta muito
ResponderExcluirtufa
ResponderExcluireheeh....ana, o z papu-te a capicua...
ResponderExcluircomam-nas todas... estou infeliz a minha net é demasiado lenta... demora 10 minutos só para abrir a caixa dos comentos
ResponderExcluirAgora começas a perceber-me...
ResponderExcluirTadinha da Ana, que ainda no outro dia gabava a sua escolha de operador e tal...
ResponderExcluirOh Zé, eu agora já voltei à capital, mas vou para Soalhães (Jesus, aqui isso é sinónimo de ir pro cemitério, que estão lá todos do lado do meu pai) não tarda...
ResponderExcluirMas lá pra setembro podemos ir almoçar ao centro, se a malta se quiser conhecer...Ou a Madrid, qien sabe...
estou tãooo infelizzz... sniffff
ResponderExcluirestamos aqui a discutir sobre umas canelas... o paladar é bom, mas dev fazer mais ou menos o efeito do betume quando chegar ao estomago... logo explico os magnórios, agora estou mareada e não imaginam o efeito do teclado na minha pobre cabecinha.... S
ResponderExcluirestás mareada ou estás marada?
ResponderExcluirestá com saudades... saudades!
ResponderExcluirah... pois é bebé...
ResponderExcluir55
ResponderExcluirvais ver que a meio das férias vem fazer-nos uma visita...
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