Ó Ana a minha avó era uma romântica incurável mas muito realista... também me ensinou que os amores de praia ficam enterrados na areia. e tinha razão...
Ó Shark é que é isso mesmo... aliás, ainda hoje fui a Albufeira e pensei cá para mim que gostava de viver em Lisboa só para poder vir de férias para Albufeira.. (e olha lá, para quando a tal sardinhada na tal ilha??)
romântica e realista pois claro que amores platónicos não obrigada... gosto do real. e tu também..
a ilha? qual ilha? não sei de nada!!... (ó shark... atão como é??... descoses-te ou não??)
O gajo chama-me linguaruda mas a promessa da sardinhada na tal ilha de que nunca ouvi falar foi feita nas caixas de comentários do charquinho... será que preciso de ir à procura da prova documental para ter direito a umas sardinhas do Tubarão??
minha amiga... quando se está no auje do romantismo não há lugar para realismos, porque assim que a realidade se apresenta não há romantismo que aguente. O romantismo é e, assim convém que seja, um estado de sonho. Sonho e realidade também não jogam juntos no mesmo tabuleiro, ou se quiseres, não se enrolam juntos debaixo do mesmo lençol (ou sem lençol).
eu também não ia
ResponderExcluirlá vou eu ter que enganar os senhores...
ResponderExcluirAmor não é...
ResponderExcluirnão existe
ai ai ai baby sitter!
ResponderExcluirA minha avó sempre me disse que o amor é como o perfume - quem o tem já não o sente...
ResponderExcluirnão concordo nada com a tua avó, mas enfim, sou uma romântica incurável
ResponderExcluirAtão ò chefe, vais de férias pró Allgarve?
ResponderExcluir(Coitada da baby sitter, tão desencantada pela vida...)
Ó Ana a minha avó era uma romântica incurável mas muito realista... também me ensinou que os amores de praia ficam enterrados na areia. e tinha razão...
ResponderExcluirÓ Shark é que é isso mesmo... aliás, ainda hoje fui a Albufeira e pensei cá para mim que gostava de viver em Lisboa só para poder vir de férias para Albufeira..
(e olha lá, para quando a tal sardinhada na tal ilha??)
(Só depois de passar a confusão augusta. Qual ilha, ò linguaruda?)
ResponderExcluiraquela que não sei onde é, não sei se existe sequer e mesmo que soubesse isso tudo não podia dizer, que parece a terra do nunca...
ResponderExcluir11
ResponderExcluirò Teresa, romantica e realista quer-me parecer um contra-senso, não?
ResponderExcluirE qual ilha, qual ilha???
Eu já disse que gosto de ilhas?
romântica e realista pois claro que amores platónicos não obrigada... gosto do real. e tu também..
ResponderExcluira ilha? qual ilha? não sei de nada!!... (ó shark... atão como é??... descoses-te ou não??)
O gajo chama-me linguaruda mas a promessa da sardinhada na tal ilha de que nunca ouvi falar foi feita nas caixas de comentários do charquinho... será que preciso de ir à procura da prova documental para ter direito a umas sardinhas do Tubarão??
Não, não precisas.
ResponderExcluirMais um nadinha de paciência que a minha vida não anda de feição para os quilómetros a mais...
Ó gajo não te preocupes que não é só contigo.. e também se a sardinhada passar a magusto não vem mal ao mundo por isso...
ResponderExcluirSim, sim. Mas não te descartes da questão levantada pela Ana: romântica e realista?
ResponderExcluire já lhe respondi...
ResponderExcluirTens razão, escapou-me...
ResponderExcluirminha amiga... quando se está no auje do romantismo não há lugar para realismos, porque assim que a realidade se apresenta não há romantismo que aguente. O romantismo é e, assim convém que seja, um estado de sonho. Sonho e realidade também não jogam juntos no mesmo tabuleiro, ou se quiseres, não se enrolam juntos debaixo do mesmo lençol (ou sem lençol).
ResponderExcluirComo é que é essa do enrolanço?
ResponderExcluirE a fantasia, onde entra?