Paradoxos de Gaija (ou, pelo menos, meus)

Nunca temos nada para vestir, mas também nunca temos armários suficientes para guardar os nossos trapinhos...

6 comentários:

  1. Mulheres...
    Coisa mais complicada não há mas se dependesse dos homens a raça humana já tinha acabado. Basta uma constipação para ficarem fora de combate. São uns parvos...
    JCFrancisco

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  2. E nunca têm tempo suficiente para escolherem quais os que vão usar NAQUELE dia em particular.
    Seja ESSE dia qual for e independentemente da deslocação a efectuar.
    (É claro que estou a reportar-me a todas as outras, jamé a quem me faz em pedacinhos virtuais muito piquenos se me armo ao pingarelho...)

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  3. Felizmente não sofro desse paradoxo, talvez se calhar talvez até devesse.
    O meu é mais: nunca tenho nada para vestir e odeio ir às compras, por isso espaço não é com certeza um dos meus problemas.

    Mas o pior de tudo é que mesmo quando tenho coragem de ir às compras acabo sempre por comprar tudo menos o que preciso realmente.

    Enfim, uma variação deste grande paradoxo.

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  4. O meu sistema é diferente e igualmente absurdo - tenho o armário cheio mas visto sempre a mesma coisa! No fim de cada estação, voltam para a arca, tão virgens como sairam, e saem de lá outras roupas que vão fazer número mas das quais também visto só uma ou duas.
    Sou uma perfeita anormal, é o que é!

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  5. Emiele, bem vinda ao clube, que faço exactamente o mesmo... Tenho roupa que comprei e nunca vesti, mas todas as estações são religiosamente mudadas de "lá de cima cá para baixo" com a firme convicção de que vai ser desta...
    E visto, quase sempre, o mesmo.

    Cristina,
    Primeiro, detesto "ir às compras"...Gosto de comprar por paixões súbitas e arremedos de alma. Nas poucas vezes que "vou às compras" saio de casa para comprar uma camisola daquele verde para #"aquela saia que está mesmo a pedir" e chego com mais uns pares de jeans e umas camisas ou t-shirts brancas, porque "nunca são demais e assim deste branco ainda não tenho"...

    Tubarão a querer passar por sardinha,
    para "aquele dia" tinha várias t-shirts, brancas claro, que ficaram esquecidas em casa em cima da cama. Em desespero de causa sairam do saco umas jeans,t-shirt verde seca e casaco de malha da mesma cor, mas não era twin-set que isso é muito à tia, aquelas botas porreiras pretas, cinto laranja meio desfiado e blusão sem mangas da cor do cinto para não parecer um arco-íris. Os colares eram os do costume, que é sempre bom gosto garantido, e os brincos eram duas contas de filigrana portuguesa e o terceiro uma pérola. Garanto que estava tudo muito bem...

    Zé,
    Desculpa o mau jeito, mas entre aturar um homem ou uma mulher prefiro, de longe, um homem... apesar de tudo conseguem ter menos gravatas que uma ela tem cintos e espaço é fundamental...

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  6. mas será que somos todas iguais? eu também tenho uma farda por época, falta de espaço no roupeiro, gavetões e cómoda atafulhados e quando há uma ocasião qualquer minimamente especialinha, não tenho nada que vestir. mas é que não tenho mesmo!

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