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Afinal não são filhos delas que se fossem faziam vista grossa...

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) aprendeu, em meio ano, mais de 100 mil euros em artigos pornográficos e eróticos, na sequência de acções de fiscalização a sex-shops, comerciantes de pornografia e bares de alterne.
(...)

Quanto às infracções, as mais comuns são a falta de licença, de rótulo em português nos produtos, ausênca de livro de reclamações e indicação dos preços.

Estes gajos da ASAE são mesmo muito esquisitos. Será que eles agora querem ver as licenças? Tipo - Eu, Maria Inácia, dou licença ao meu esposo para frequentar a Irinêida? Terão de ter assinaturas reconhecidas na qualidade ou basta presenciais?
E falta de rótulo em português nos produtos? Mas a linguagem não é universal? Será que querem uns desenhos?
Livro de reclamações? Esse eu ia gostar de ler... estou a imaginar algumas das reclamações que por lá apareceriam, que o produto, com rótulo em português ou não, nem sempre é o que parece. Acho que qualquer editora pagaria uma fortuna para publicar esses livros, que seriam sucessos garantidos.
A questão do preço já é mais delicada, que catálogo de preços pode sempre dar asneira. É que se o pagamento fica condicionado à satisfação do cliente o produto vai morrer de fome, que com as misérias que devem andar por aí lá se vai o negócio...
Estou a ver é que isto até para as putas já está mau, que a ASAE gosta pouco de brincadeiras e muito menos de brincadeiras proibidas.
Finalmente deram um sentido prático ao apelo de tantas "esposas" e gentes de moral e bons costumes - Tenham regras, minhas senhoras!