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E por falar em pilas

Bom, diz que a nova cabra de serviço se emancipou mais um bocadinho de modos que eu gostava de lançar uma (ou várias, quiçá) acha(s) para a discussão primaveril aqui do curral.
Lembrei-me de vos propor uma sexão Consultório Sentimental e sem esperar pela resposta vou desde já inaugurá-la, colocando aqui uma questão existencial.
Apesar de ter ali afirmado numa caixa mais abaixo que tenho um amigo que sabe ser colorido sem imaginar que quero casar com ele, tenho algumas dúvidas sobre a possibilidade de manter amizades coloridas saudáveis e profícuas. Por exemplo, e isto é um supônhamos:
Gaija meets gaijo. Dão-se bué da bem. Gaijo mostra interesse em gaija. Gaijo é casado. Gaija é livre e desimpedida e começa a ver gaijo com outros olhos - e até corre sério risco de se apaixonar. Sendo que a) gaija pretende que a amizade seja preservada e até tem cadastro de amizades anteriores destruídas por via de coloração apaixonada; b) gaija e gaijo não falam de um assunto que está latente mas não é verbalizado; c) gaija e gaijo têm poucas hipóteses de se encontrar e em princípio estará sempre gente à volta a não ser que combinem e para isso teriam de verbalizar; que deveria a gaija fazer: a) atirar-se de cabeça ao gaijo e seja o que deus-nosso-senhor quiser; b) deixar-se ficar sugadinha e deixar que seja o gaijo a tomar a iniciativa; c) voltar-se para o outro lado e dar umas belas quecas com um amigo colorido por quem não corre o risco de se apaixonar e ficar com o coração partido?; d) nenhuma das anteriores; e) todas as anteriores.
Repito, isto é um supônhamos.