Mostrando postagens com marcador ouço pela enésima vez o don’t leave me this way. Mostrar todas as postagens
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E que tal um paracetamol?

Se há quem me aborreça são gajas com dores nos terminais daquilo que ostentam no cimo da cabeça! São chatas, repetitivas, obsessivas. Emagrecem (finalmente!), ficam com rugas, o sorriso adquire contornos nunca antes vislumbrados, o olhar passa a semi-cerrado e aquele cabelo nunca mais é o mesmo. Sinto sempre que uma vassoura seria o acessório que lhes convinha… Seguem o sacana que deixou de olhar para elas qual Patilhas e deixam para uma amiga resignada o papel Ventoinha. De repente tornam-se eficientes e passam a saber aquilo que o desgraçado nunca escondeu! Sim, por vezes também ficam a saber, por acaso, a password do e-mail, a cor dos truces que vestiu há três semanas quando foi ao jantar da empresa e que dá montes de arrotos logo de manhã. Pormenores…
O pior é que não tenho paciência nenhuma para as aturar! Eu, gaija simples e rural, proponho sempre uma solução radical e digo que convém levar uma faca afiada. Chego a fazer desenhos com o caminho mais curto para o tabuleiro superior da ponte D. Luís!
Quando estou naqueles dias one in a million tento ser amiga. Conforto o melhor que sei dizendo que há coisas bem piores, que nada é pior do que uma dor de dentes, mas nunca tenho sucesso, vá-se lá saber porquê…