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A jóia da coroa

Quando me dizem que o tamanho do pingente é uma grande questão da humanidade, a minha alma pasma! Por acaso não me lembro de um gaijo que não tenha colocado a questão (lembro, lembro, mas isso agora não interessa nada…), e de alguma forma ter abordado o tema da satisfação feminina face àquilo que mede, segundo eles, entre trinta e cinco e quarenta centímetros. Como referi há mais de um ano, o tamanho da papelada não é de suma importância, e qualquer gaija que diga o contrário mente ou come com os olhos. De facto, o mais elementar conhecimento da nossa anatomia deveria bastar para vos sossegar. Há algum estudo científico que vos diga que temos espaço para albergar o colosso de Rothes? Não há! E as terminações nervosas, sabem onde estão? Não, não ficam no estômago e se era aí que pretendiam chegar, garanto que não vale a pena. Mesmo que no meio da trongalhonguice se opte por outras brincadeiras (chamemos-lhes assim…) atingir o diafragma não deve ser, de todo, um objectivo! Acho que já me fiz entender…
A verdade, é que qualquer penduricalho com dez centímetros bastaria. Vamos até aos doze, pensando nas gaijas que medem dois metros e trinta, pronto! Tudo o que for além está a mais e a cirurgia devia ser considerada.
Pois é, Tubarão, no empenho e na dedicação é que se distingue uma boa de uma má sesta (não posso estar sempre a escrever trongalhonguice!), e como diz a Peixa “o fantasma do tamanho vive no sotão das vossas cabecinhas”. É o vosso ego quem nos suplica que façamos constantes apreciações favoráveis sobre o dito. Por nós, nunca nos lembraríamos de proferir tal consideração.
As meninas dos filmes das abelhas gemem por um de dois motivos: ou pensam no fantástico duchese cujo chantilly está a derreter e o gajo não se despacha… ou o gajo tem os tais centímetros a mais! Pensem nisso…