
Ora aqui a vossa miúda (que como miúda que se preze, entrou em absoluta silly season) tirou-se dos seus cuidados e foi ver o tal do clube da moda que toda a gente quer ir, toda a gente fala e toda a gente acha um must.
Porque toda a gente sabe que só falo mal depois de ver, mexer e experimentar.
O parque de estacionamento estava atafulhado de carros espanhóis com as bagageiras abertas de onde saia música e bebidas várias. E o que eu pensei quando passei à ida, foi o que pensei quando passei à volta: A festa rija afinal é aqui…
Entrei. Caras conhecidas à entrada. Caipirinha da boa. A tal da badaladissima zona VIP morta. Sem qualquer animação. Zona geral…
Bem, where do I begin? Digamos que a media de idades das festas do colégio do meu filho é, decerto, mais elevada do que a média de idades da pista de dança. Senti-me de regresso às festas da sala de convívio da secundária e juro que, por momentos, fiquei sossegadinha e de respiração suspensa à espera que o mocinho do grupo ao lado, que claramente devia gostar de mulheres mais velhas, me fizesse a pergunta fatal: “Desculpa, posso-te conhecer?”
O que vos posso aconselhar? A música não é má. As bebidas são jeitosas. Mas ou vão com um grupo bem porreiro ou se é para irem sozinhos, poupem-se e fiquem mesmo no parque de estacionamento com os nuestros hermanos que esses é que a sabem toda.